sexta-feira, 28 de junho de 2013

A ORDEM DA PRESIDANTA.









MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
O desmonte das estatais que compõem o sistema elétrico brasileiro, é o maior sonho da Presidanta. Porisso, chamou o ministro Lobão e ordenou:
"Dêm o nome que quiser. Mas, quero 30% dos funcionários fora!"







Começa o desmonte da Eletrobrás
5/Junho/2013
A edição da medida provisória 579 em 11/9/2012, que trata da renovação das concessões do setor elétrico e da redução de preços nas tarifas de energia, depois transformada em Lei 12.783/2013, pelo governo federal, atingiu em cheio a Eletrobrás, que controla a maior parte do parque gerador de energia elétrica do país.
Com a desastrada intervenção do governo em nome da boa causa do corte das tarifas, os efeitos resultaram em um prejuízo de R$ 6,8 bilhões em 2012, o maior da história da empresa; depois de sucessivos anos positivos da estatal, que em 2011 lucrou R$ 3,7 bilhões.
Este modelo adotado para diminuir as tarifas e a renovação das concessões reduziu drasticamente a receita das empresas a valores que comprometeram a capacidade de investimento e a qualidade dos serviços oferecidos, como também pôs em risco a reconhecida competência técnica do setor. Os cortes de receita refletirão diretamente em corte de pessoal. Ou seja, a competência acumulada pelo setor em anos será dissolvida, como exemplos já vistos de outros setores que acabaram sendo privatizados.
Durante a apresentação do Plano Diretor de Negócios e Gestão da companhia, em 28/3, o presidente da Eletrobrás afirmou que espera a adesão de 5 mil, ou seja, 18,5% dos 27 mil funcionários da estatal ao Plano de Incentivo ao Desligamento, que será implantado nas empresas da holding. O plano de desligamento é uma das iniciativas previstas pela companhia para reduzir custos. Para 2013, a meta será de 20%, mas esse percentual será aumentado para 30% nos próximos três anos. Para a execução do plano foi alocada a importância de R$ 2,4 bilhões, incluindo R$ 380 milhões em despesas com planos de saúde.  
No caso da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), empresa da maior importância para o Nordeste, não só pela geração de energia elétrica, o esvaziamento será grandioso. A companhia alcançou um lucro líquido em 2011, próximo dos R$ 2,2 bilhões de reais, e em 2012 teve um prejuízo recorde de R$ 5,3 bilhões em decorrência de ajustes contábeis por conta da renovação das concessões com vencimento em 2015, será literalmente desmontada.050613eletrobras
O Plano de Incentivo ao Desligamento Voluntário (PIDV), como é chamado o corte de pessoal para enxugamento da folha de pagamento, que gira hoje em torno de R$ 900 milhões/ano, será implementado a partir do dia 6/6/2013, e ao longo de 2014. É prevista assim uma economia da ordem de R$ 200 milhões/ano. A direção da estatal está confiante que “contribuirá” com a redução de pessoal do grupo Eletrobrás afastando de seu quadro de funcionários em torno de 30%, dos 5.737 funcionários existentes (abril de 2012).
O que está acontecendo hoje com o grupo Eletrobrás, e com suas empresas que detém a liderança na geração e transmissão de energia elétrica no Brasil com a redução dos custos operacionais, incluindo o desligamento de funcionários, entre outras medidas tomadas é o “modus operandi” que foi adotado na privatização das empresas estatais.
Portanto, o atual governo federal caminha a passos largos no processo de privatização de mais um patrimônio do povo brasileiro. Quem viver verá.
(Heitor Scalambrini Costa
Professor da Universidade Federal de Pernambuco)

quinta-feira, 27 de junho de 2013

O MEDO DOS POLÍTICOS.

MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
Politicos continuam com medo do povo nas ruas.





O comportamento do PT nestes mais de dez anos de conversa mole, com a classe média, que o colocou no poder, lembra a letra da música do Vinicius de Moraes, Regra Três, que diz:
"Tantas você fez que ela cansou 
Porque você, rapaz
Abusou da regra três 
Onde menos vale mais

Da primeira vez ela chorou 
Mas resolveu ficar
É que os momentos felizes 
Tinham deixado raízes no seu penar
Depois perdeu a esperança 
Porque o perdão também cansa de perdoar

Tem sempre o dia em que a casa cai ........"
Neste sentido, anexo um ótimo editorial do Jornal da Comunidade, distribuído gratuitamente em Brasília, que traduz em poucas palavras muito do que esta acontecendo, ou que o PT não fez acontecer, infiltrando os " companheiros" sindicalistas incompetentes  para gerir estatais e orgãos públicos. Contribuindo desta forma para nada acontecer em mais de 10 anos e fazer renascer a inflação, resultando nas cobranças e insatisfações das ruas.

Político tem medo do povo nas ruas



Quem entender o que está acontecendo nas ruas sai na frente para 2014. Muitos serão os oportunistas. Mas poucos serão aceitos. Não adianta fazer discurso de apoio, quando no verão passado apoiaram tudo aquilo que as ruas estão condenando.
A classe política extrapolou. Perdeu a vergonha. Ignorou a indignação do povo. Tudo é feito às claras. Desde a defesa de corruptos, até a roubalheira do dinheiro público. Agora vai ter que mudar.  A única coisa que mete medo em político é o povo nas ruas. 
Estão todos assombrados. Escondidos. Não sabem o que fazer. Mas sabem o que fizeram. As manifestações atingem todos os partidos. Mas um, em especial, será mais afetado. O PT. Os motivos são vários. Vai desde a troca da defesa da ética pela defesa de mensaleiros, de sarneys, renans, barbalhos e malufs. Além disso, é o partido que está no poder. Se está no fogo, vai se queimar.
O PT também descobriu que não tem o monopólio das massas. Sempre que era atacado, ameaçava colocar o seu povo na rua para defender o petismo, Lula, Dilma, Zé Dirceu, Genoíno, João Paulo Cunha e Delúbio.
A população foi às ruas sem ter nenhuma representativa por trás. Desta vez não é massa de manobra. O PT tenta se infiltrar através dos movimentos sociais que controla — ONGs de diversos tipos, o MST a CUT, a UNE. Não deu certo. Perderam o bonde e o traquejo depois de tantos anos se lambuzando com dinheiro público. A UNE, coitada, é apenas um fantasma do passado.
A clientela do Bolsa Família também não deve ir às ruas para defender Dilma. Descobriu que o valor é muito pouco e não dá para comprar nem uma calça de marca para a filha adolescente de 16 anos. Mas vivem com esse dinheiro em troca do voto. O comodismo não deixa ir para às ruas. Assim como também não vão atrás de empregos para ter uma vida melhor. 
O povo brasileiro precisa de emprego e uma vida sustentável. Não sustentada. Certas incoerências são difíceis de entender. Semana passada, para espantar a crise econômica que refletia na inflação e na alta do dólar, Dilma disparou: “O Brasil tem uma das menores taxas de desempregados do mundo, quase uma situação de pleno emprego”.
Ué, se estamos em quase “situação de pleno emprego”, porque 13,8 milhões de famílias recebem o Bolsa Família? A conta não bate. Assim como as contas dos estádios da Copa do Mundo não batem. Como a falta de investimento para educação, saúde, mobilidade urbana, infraestrutura. 
A população brasileira está a décadas sem um serviço público de qualidade. A culpa sempre é a falta de recursos de investimentos. Orçamento engessado. Contas públicas apertadas. De repente, surgem dezenas de bilhões de reais para construir belos estádios. A periferia pirou. A classe média não engoliu. 
Não é golpe, como adotou o discurso petista. É indignação. Não só com o PT, mas com todos os partidos. E com tudo que está aí. Com a cara de pau dos políticos. O escárnio que tratam a opinião pública. O PT se precipitou. Errou na estratégia, vestindo a carapuça muito rápido. E vestiu sozinho.
É prudente, nesse momento, ouvir a voz das ruas. A causa é o Brasil melhor. A bandeira é a bandeira do Brasil. #vem pra rua.
Fonte; (Ricardo Callado)


quarta-feira, 26 de junho de 2013

ALGO DE PODRE NO REINO DO PETROLEO

Por que a Astra Oil Co. embolsou da Petrobras US$ 1,180 bilhão por uma refinaria que em 2005 lhe custara US$ 42,5 milhões?
(Por Paulo Brossard)
14 de março, 2013
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fonte | A A A
No início de 2005 a refinaria Pasadena Refining System, de Pasadena, no Texas, foi adquirida pela empresa belga Astra Oil Company, pela quantia de US$ 42,5 milhões; em setembro de 2006 a Astra alienou à Petrobras 50% da refinaria mediante o pagamento de US$ 360 milhões, ou seja, vendeu metade da refinaria por mais de oito vezes o que pagara pela refinaria inteira, um ano e meio antes. Não seria de estranhar, por conseguinte, que a Astra Oil Co. pretendesse vender os 50% que permaneciam no seu patrimônio. Ocorre que, por desentendimentos cuja natureza ignoro, a Astra ajuizou ação contra a Petrobras e nela a Petrobras teria sido condenada e, mercê de acordo extrajudicial, pagou à Astra US$ 820 milhões, pondo fim ao litígio.
Somadas as duas parcelas, US$ 360 milhões em setembro de 2006 e US$ 820 milhões em junho de 2009, a Astra Oil Co. embolsou da Petrobras US$ 1,180 bilhão por uma refinaria que em 2005 lhe custara US$ 42,5 milhões.
Este o resumo do caso, do começo ao fim, havido entre a Astra Oil Co. e a Petrobras. Inépcia? Leviandade? Gestão temerária? Prevaricação? Outras causas? Não sei, o que sei é que o insólito fenômeno rompe todos os critérios atinentes a qualquer negócio e particularmente em relação a uma empresa que, embora de natureza privada pertence à nação, sua maior acionista.
Ora, não é de supor-se que o representante de uma das maiores empresas do país, afeita a lidar com milhões e bilhões, pudesse ser um parvo, um bonifrate, um pateta. No entanto, os números são constrangedores. De uma refinaria adquirida por US$ 42,5 milhões, em 2005, 50% dela no ano seguinte foi alienada por US$ 360 milhões e os outros 50% também transferida à Petrobras mediante o pagamento de US$ 820 milhões; somados os dois pagamentos, vale a repetição, atingem a US$ 1,180 bilhão. Dir-se-á que para zerar todos os litígios, teria entrado o “valor estratégico”… capaz de assegurar a duplicação da capacidade da refinaria, e revelar os segredos do fundo do mar no Golfo do México, mas sabe a chacota. Não surpreende que quando se conheceram os números do negócio, estes como o valor “estratégico” passavam a ser contestados.
Este o caso até onde sei e o que sei é o que tem sido divulgado. Com efeito, ele vem sendo abordado pelos meios de comunicação e até agora não se sabe de nenhuma providência que tivesse sido tomada. O assunto não é agradável, mas nem por isso pode ser mantido sob o comodismo do silêncio. Repito a sentença do Padre Vieira, “a omissão é um pecado que se faz não fazendo”. É evidente que a senhora presidente da República tem todas as condições para o cabal esclarecimento da singular operação. Entre nós quando se fala em comissão esta terá de ser de “alto nível” e quando se trata de inquérito ele há de ser “rigoroso”. Ora, quando o substantivo precisa da bengala do adjetivo o remédio é outro. Sempre entendi que os inquéritos não podem nem devem ser “rigorosos”, nem flácidos; respeitadas as garantias de defesa, a diligência, a isenção, a tempestividade e a obediência aos prazos legais, substituem com vantagem o rigor. Nada de rigorismo ou lassidão, bastam legalidade e pontualidade; em uma palavra: a exação.

terça-feira, 25 de junho de 2013

ALERTANDO O POVO.

 MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
Muita atenção para a matéria abaixo, pois, trata-se de assunto da maior importancia para o povo brasileiro.








O STF à beira do colapso!...
          Nas próximas semanas, estará definitivamente selado o futuro de nosso País :  ou os Ministros do Supremo confirmam o julgamento que eles mesmos fizeram, sobre os crimes cometidos pelos mensaleiros e pelos PTistas apóstatas,  ou voltam atrás e escancaram a impotência de nosso País em continuar a ser um País livre e democrático!
          Estamos por um fio : tantos têm sido os movimentos e as artimanhas construídos por esses criminosos e seus padrinhos, aí incluído o maior facínora que este País já conheceu, o Sr. Lulla da da Silva! 
          Vamos torcer e esperar por aquela velha teoria de que : "o "Bem" sempre  vence o "Mal"...
          À propósito :  leiam a reportagem desta semana, da Revista Veja,  sobre o criminoso número 2 do Brasil : o Sr. José Dirceu Sete caras....
  
Márcio Dayrell Batitucci



                      CHAGAS : SOCORRO NO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
 Serão desastrosas as consequências, se os mensaleiros conseguirem convencer a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal a iniciar o segundo tempo do julgamento do maior escândalo político nacional, dando o dito pelo não dito e o julgado por não julgado, na apreciação dos embargos apresentados até quinta-feira.Primeiro porque será a desmoralização do Poder Judiciário, tendo em vista que os réus já foram condenados em última instância, em seguida a exaustivas investigações e amplas condições de defesa.
Depois, porque como reação a tamanha violência jurídica, Joaquim Barbosa poderá renunciar não apenas à presidência do Supremo, mas ao próprio exercício da função de ministro. Esse rumor tomou conta de Brasília, ontem, na esteira de uma viagem que o magistrado faz a Costa Rica, de onde retornará amanhã.
 Se verdadeiro ou especulativo, saberemos na próxima semana, mas a verdade é que Joaquim Barbosa não parece capaz de aceitar humilhações sem reagir. Depois de anos de trabalho como relator do processo, enfrentando até colegas de tribunal, conseguiu fazer prevalecer a Justiça, nesse emblemático caso em condições de desmentir o mote de que no Brasil só os ladrões de galinha vão para a cadeia. Assistir de braços cruzados a negação de todo o esforço que ia redimindo as instituições democráticas, de jeito nenhum.
Em termos jurídicos, seria a falência da Justiça, como, aliás, todo mundo pensava antes da instauração do processo do mensalão. Em termos políticos, pior ainda: será a demonstração de que o PT pode tudo, a um passo de tornar-se partido único num regime onde prevalecem interesses de grupos encastelados no poder. Afinal, a condenação de companheiros de alto quilate, por corrupção, ia revelando as entranhas da legenda que um dia dispôs-se a recuperar o país, mas cedeu às imposições do fisiologismo.
Teria a mais alta corte nacional mecanismos para impedir esse vexame? Rejeitar liminarmente os embargos não dá, mas apreciá-los em conjunto pela simples reafirmação de sentenças exaustivamente exaradas, quem sabe? Declaratórios ou infringentes, os recursos compõem a conspiração dos derrotados.

 Somos o único caso de democracia no mundo em que condenados por corrupção ,legislam contra os juízes que os condenaram.
Somos o único caso de democracia no mundo em que as decisões do Supremo Tribunal podem ser mudadas por condenados.
Somos o único caso de democracia no mundo em que deputados, após condenados, assumem cargos e afrontam o judiciário.

Somos o único caso de democracia no mundo em que  é possível  que, condenados,  façam seus habeas corpus, ou legislem para mudar a lei e serem libertos.
                                                                                       ( Ministro Joaquim Barbosa )

segunda-feira, 24 de junho de 2013

SINDICATO DE BRINQUEDO.















MOMENTOBRASIL.COM
EDITORIAL:
Não bastasse a absurda e prologada crise que o sistema elétrico do país vive, um sindicato de brinquedo representa (?) ou melhor: se diz representar os funcionários de uma das subsidiarias do elefante branco Eletrobras - a ELN- Eletronorte. O STIU/DF- Sindicato dos Urbanitários do DF(diga-se de passagem que a sigla do sindicato nada tem a ver com a classe que representa)  a dos eletricitários), brinca de tentar efetuar greves que não consegue realizar. convoca assembleias, marca datas de paralização etc e, no entanto volta atrás. As pseudas greves e ou paralisações são desmarcadas sem a menor cerimonia, denotando assim, incompetencia, evidenciando o total desrespeito pelos associados que pagam e caro mensalidades, transmitindo insegurança a todos que acreditam estar bem  representados e no entanto não estão. Para agravar ainda mais a credibilidade esse sindicato aceita todas as exigencias impostas pela estatal, como se estivesse ele (sindicato) defendendo os interesses da empresa, onde seus associados são servidores. Assim sendo, não passa de um sindicato de brinquedo.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

PEÇA PRA CAGÁ, E SAIA!


COMENTA O INDIGNADO: 
A avalanche de protestos populares no Brasil, é fruto das merdas cometidas pelo "Marolinha", pelos compromissos de campanha da ex-guerrilheira não cumpridos, pelos PACs que não foram cumpridos e os dois que nunca saíram do papel, pelo resultado das investigações da construtora Delta e do Cachoeira, pelos condenados do mensalão ainda fora das cadeias, pela corrupção total, geral e irrestrita, pelo rio de dinheiro gasto nos estádios (cerca de 30%), pois, o governo federal privatizou em 70% dos custos (onde está esta grana?), pelo descaso do Estado brasileiro nas três esferas, pela falta de segurança ,transportes, educação, empregos, saneamento básico e pela falta de qualidade de vida da população e que é obrigação dos governos. Sem essa, senhor Renan "Pau de galhinheiro" Calheiros, de declarar que está à favor das manifestações, você que é sinônimo de corrupção, um pulha em todos os sentidos e  nenhuma moral tem para falar em apoio à população, PEÇA PRA CAGÁ e SAIA; renuncie juntamente com o presidente da Câmara Federal & Cia. Sra DIL-MÁ, se demorar mais para atender as reivindicações do povo, será a única responsável se O GIGANTE BRASIL FICAR FORA DE CONTROLE. Lembre-se que: Os militares estão poraqui com o teu tratamento as Forças Armadas, principalmente com o aumento(pífio) e escalonado em quatro em 4 anos. Se os tanques forem às ruas, não será para defendê-la. Portanto...... CUIDADO!elive


OBS: Trancrito com a permissão do Indignado (tribuna-brasilcom.blogspot.com)



quarta-feira, 19 de junho de 2013

ADEUS CLASSE POLÍTICA!










O movimento popular que tem tomado as ruas do país, colocou os políticos numa verdadeira 'sinuca de bico". Governo ou oposição não conseguem traduzir o clamor popular em projetos. Os protestos não poupa ninguem. No transcurso das passeatas, militantes políticos e bandeiras são banidos numa clara demonstração de que o levante parte do seio da nação e que ninguem os representa. Desta vez: ou vai... ou racha!. O Brasil finalmente acordou e os brasileiros deixaram de ser 'cordeirinhos'. Queremos ver agora a senhora Marta Suplicy declarar: "O povo que relaxe e goze". O ministro aposentado do STF, Ayres Brito elogiou as manifestações ocorridas simultaneamente nas cidades do país. Segundo ele, são um modo da nação protagonizar a cidadania e dar um 'pito' nas autoridades". A verdade é que o BRASIL ACORDOU.

terça-feira, 18 de junho de 2013

E O BRASIL FOI ÀS RUAS!







E o Brasil mostrou a cara!
MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
Os governantes pagaram pra ver. E viram! A insatisfação popular explodiu de vez nas manifestações de rua ocorridas em 12 das capitais do país. A sincronicidade do ato, mostra a força das redes sociais e, o mais importante: a nação não quer a participação de integrantes com bandeiras partidárias, também por entender que não se sente representada por nenhum partido ou político. Os reclames que hora são frutos das manifestações, partem do seio de uma nação que no atual governo sente-se ainda mais massacrada. Os gastos públicos com construções de estadios, etc etc etc, em detrimento de melhor educação, saúde, segurança, transporte, emprego e custo de vida, transformam qualquer governante em 'Persona non grata!". Demorou, mas chegou! O alerta foi dado! A classe política e o Planalto, que se cuidem!


sexta-feira, 14 de junho de 2013

BARBOSA X CORRUPTOS











MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
Há anos atrás houve uma campanha no Brasil: "Ou o Brasil acaba com as saúvas; ou as saúvas acabam com o Brasil".
Pois bem:
Estamos no mesmo dilema. Ou a nação se une em prol dos abnegados da justiça. Homens de bem, caráter e respeito, tipo o presidente do STF: ou os corruptos acabam com o Poder Judiciário no Brasil.









A CONSPIRAÇÃO DOS DERROTADOS OU JOAQUIM BARBOSA PODE RENUNCIAR

Serão desastrosas as conseqüências, se os mensaleiros conseguirem convencer a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal a iniciar o segundo tempo do julgamento do maior escândalo político nacional, dando o dito pelo não dito e o julgado por não julgado, na
apreciação dos embargos apresentados até quinta-feira.

Primeiro porque será a desmoralização do Poder Judiciário, tendo em vista que os réus já foram condenados em última instância, em seguida a exaustivas investigações e amplas condições de defesa.

Depois, porque como reação a tamanha violência jurídica, Joaquim Barbosa poderá renunciar não apenas à presidência do Supremo, mas ao próprio exercício da função de ministro. Esse rumor tomou conta de Brasília, ontem, na esteira de uma viagem que o magistrado faz a
Costa Rica, de onde retornará amanhã.


Se verdadeiro ou especulativo, saberemos na próxima semana, mas a verdade é que Joaquim Barbosa não parece capaz de aceitar humilhações sem reagir. Depois de anos de trabalho como relator do processo, enfrentando até colegas de tribunal, conseguiu fazer prevalecer a Justiça, nesse emblemático caso em condições de desmentir o mote de que no Brasil só os ladrões
de galinha vão para a cadeia.  Assistir de braços cruzados a negação de todo o esforço que ia redimindo as instituições democráticas, de jeito nenhum.

Em termos jurídicos, seria a falência da Justiça, como, aliás, todo mundo pensava antes da instauração do processo do mensalão. Em termos políticos, pior ainda: será a demonstração de que o PT pode tudo, a um passo de tornar-se partido único num regime onde prevalecem interesses de grupos encastelados no poder. Afinal, a condenação de companheiros de alto quilate, por corrupção, ia revelando as entranhas da legenda que um dia dispôs-se a recuperar o país, mas cedeu às imposições do fisiologismo.

Teria a mais alta corte nacional mecanismos para impedir esse vexame? Rejeitar liminarmente os embargos não dá, mas apreciá-los em conjunto pela simples reafirmação de sentenças exaustivamente exaradas, quem sabe? Declaratórios ou infringentes, os recursos compõem a
conspiração dos derrotados.
Por: Carlos Chagas

terça-feira, 11 de junho de 2013

ERA UMA VEZ... UM SISTEMA ELÉTRICO.




Começa o desmonte da Eletrobrás
A edição da medida provisória 579 em 11/9/2012, que trata da renovação das concessões do setor elétrico e da redução de preços nas tarifas de energia, depois transformada em Lei 12.783/2013, pelo governo federal, atingiu em cheio a Eletrobrás, que controla a maior parte do parque gerador de energia elétrica do país.
Com a desastrada intervenção do governo em nome da boa causa do corte das tarifas, os efeitos resultaram em um prejuízo de R$ 6,8 bilhões em 2012, o maior da história da empresa; depois de sucessivos anos positivos da estatal, que em 2011 lucrou R$ 3,7 bilhões.
Este modelo adotado para diminuir as tarifas e a renovação das concessões reduziu drasticamente a receita das empresas a valores que comprometeram a capacidade de investimento e a qualidade dos serviços oferecidos, como também pôs em risco a reconhecida competência técnica do setor. Os cortes de receita refletirão diretamente em corte de pessoal. Ou seja, a competência acumulada pelo setor em anos será dissolvida, como exemplos já vistos de outros setores que acabaram sendo privatizados.
Durante a apresentação do Plano Diretor de Negócios e Gestão da companhia, em 28/3, o presidente da Eletrobrás afirmou que espera a adesão de 5 mil, ou seja, 18,5% dos 27 mil funcionários da estatal ao Plano de Incentivo ao Desligamento, que será implantado nas empresas da holding. O plano de desligamento é uma das iniciativas previstas pela companhia para reduzir custos. Para 2013, a meta será de 20%, mas esse percentual será aumentado para 30% nos próximos três anos. Para a execução do plano foi alocada a importância de R$ 2,4 bilhões, incluindo R$ 380 milhões em despesas com planos de saúde. No caso da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), empresa da maior importância para o Nordeste, não só pela geração de energia elétrica, o esvaziamento será grandioso. A companhia alcançou um lucro líquido em 2011, próximo dos R$ 2,2 bilhões de reais, e em 2012 teve um prejuízo recorde de R$ 5,3 bilhões em decorrência de ajustes contábeis por conta da renovação das concessões com vencimento em 2015, será literalmente desmontada. O Plano de Incentivo ao Desligamento Voluntário (PIDV), como é chamado o corte de pessoal para enxugamento da folha de pagamento, que gira hoje em torno de R$ 900 milhões/ano, será implementado a partir do dia 6/6/2013, e ao longo de 2014. É prevista assim uma economia da ordem de R$ 200 milhões/ano. A direção da estatal está confiante que “contribuirá” com a redução de pessoal do grupo Eletrobrás afastando de seu quadro de funcionários em torno de 30%, dos 5.737 funcionários existentes (abril de 2012).
O que está acontecendo hoje com o grupo Eletrobrás, e com suas empresas que detém a liderança na geração e transmissão de energia elétrica no Brasil com a redução dos custos operacionais, incluindo o desligamento de funcionários, entre outras medidas tomadas é o “modus operandi” que foi adotado na privatização das empresas estatais.
Portanto, o atual governo federal caminha a passos largos no processo de privatização de mais um patrimônio do povo brasileiro. Quem viver verá.
Heitor Scalambrini Costa

Professor da Universidade Federal de Pernambuco


segunda-feira, 10 de junho de 2013

UM PAÍS DESACREDITADO













MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
A falta de segurança e a certeza da impunidade, fazem  do Brasil um verdadeiro fiasco no setor. Os atentados e mortes de turistas em terras brasileiras, mostram toda a fragilidade que temos. Nenhuma atitude diga para sanar o problema é tomada pelos governantes, a começar pela Presidanta. Lá fora, somos sinônimos de preguiçosos e ladrões.  è assim que um governo que não se respeita, quer fazer a melhor Copa do Mundo? Que turista atualmente sente-se seguro em vir ao Brasil? Só se for os descendentes da Dil-má. Há mais de dois anos o país está desacreditado por todos: Brasileiros ou não.

sábado, 8 de junho de 2013




















Se perdeste os teus bens, não perdeste nada.
Se perdeste a saúde perdeste alguma coisa.
Se perdeste a tua paz interior, perdeste tudo.

MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):

Reflita bem sobre a mensagem acima.


sexta-feira, 7 de junho de 2013

AH! CONTA OUTRA.









Mudando as cartas do baralho.
MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
De olho em mais quatro anos e o processo eleitoral em andamento, a Presidanta, vai de grão em grão montando o quebra-cabeças do futuro governo. Ressalte-se que os ministros estão proibidos em falar de eleição com tanta antecedencia, ela já mexe os 'pauzinhos' preparando as trocas no primeiro esalão. Até o momento são 14 ministérios passíveis de reforma. O ministro das Minas e Energia, candidato ao governo do Maranhão, Ideli Salvatti e Gleisi Hofmann, dentre outros deixarãoas pastas que ocupam. E depois a senhora Dilma vai a televisão dizer que não está em campanha? AH! CONTA OUTRA!.


quinta-feira, 6 de junho de 2013

UM ALERTA


MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
Realmente os últimos governos veem 'massacrado' os militares do EB. Desde FHC que o Exercito vem sofrendo em todos os sentidos. E a Presidanta, concedeu após 5 anos sem nenhum reajuste dos soldos, um aumento de 30%, escalonado em 4 anos. Ou seja: 7,5% a.a. 

MILITARES FAZEM CAMPANHA NACIONAL  ANTI-PT
Militares entrevistados na passeata pelo reajuste salarial, em Copacabana,  manifestaram enorme decepção com a péssima atuação dos governantes e políticos, principalmente do Partido dos Trabalhadores, marcada na última década por enormes escândalos, tais como Mensalão, Cachoeira, etc.
 
"Pensávamos que seria um governo do povo para o  povo, mas tudo indica que se transformou no governo dos escândalos e favorecimentos ilícitos"- disse um dos  militares.
 
Os militares das  Forças Armadas somam mais de 600.000 profissionais, entre os que estão na ativa e na reserva. Somados com seus dependentes e círculos de influência direta, esse quantitativo pode passar de 5 milhões de pessoas -- um número que pode mudar os rumos de qualquer eleição.
 Militares  estaduais também estão insatisfeitos com o governo federal, que não facilitou para que as negociações sobre a PEC 300 prosseguissem. Na  passeata em Copacabana, verificou-se a presença de lideranças dos policiais e bombeiros do Rio de Janeiro, e isto acena para uma possível união de militares federais e estaduais
 Se isto se concretizar e chegar às urnas, certamente será um grande problema a mais para os  políticos.
 Os militares das Forças Armadas, comumente, são homens e mulheres de conduta ilibada e bem relacionados. Formadores de opinião. São sempre preferidos para  assumir cargos de síndico, diáconos em igrejas católicas e evangélicas, pastores e líderes comunitários. Homens e mulheres preparados e competentes como lideres e aptos para discursar diante de pequenos e médios grupos. Eles, potencialmente, representam um perigo para o partido da situação, se resolverem usar sua influência para um objetivo político comum.
 Pesquisas demonstram que as Forças Armadas são as instituições com maior  credibilidade no Brasil, o que confirma que os militares brasileiros gozam de excelente  reputação junto à sociedade.
 Nos últimos meses, há  frequentes divergências entre os militares das Forças Armadas e o governo.  Manifestos interclubes, abaixo-assinados de oficiais e marchas virtuais são exemplos de mobilizações significativas surgidas ainda este ano. 
 Essa aparente queda de braço com os militares pode causar, já a curtíssimo prazo, bastante prejuízo nas pretensões dos maus políticos que se acham intocáveis e muito bem acomodados nas Câmaras e nos Palácios.
 Talvez, assim, consigamos ajudar a melhorar este país, começando por desviá-lo, se ainda for possível, do profundo abismo do comunismo bolivariano que já provoca grandes rachaduras no solo da amada Pátria Brasil.
  PRECISAMOS JUNTAR FORÇAS PARA LUTAR PELA MANUTENÇÃO DA LIBERDADE, PELA PAZ SOCIAL E PELA DEMOCRACIA.
OS VERMELHOS TÊM QUE NOS ENXERGAR COM OS DEVIDOS RESPEITO E DIGNIDADE. 
 
ESTAMOS NO BANCO DE RESERVAS, MAS PODEREMOS ENTRAR NO JOGO SE PRECISO FOR, A QUALQUER MOMENTO!

 
POR AMOR AO PAÍS, VAMOS IMPACTAR O COMODISMO QUE DOMINA O GOVERNO FEDERAL E MOSTRAR QUE TEMOS - JUNTO COM AS DEMAIS PESSOAS DE BEM - UMA GRANDE FORÇA  NO PODER DO VOTO.
 
Já passou da hora de se virar a mesa!!!

 
"O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer." (Albert Einstein)
 
 
 "Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. E por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso". (Edward Everett Hale)
 
 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

ATÉ QUE ENFIM!!!!!!




Com a ausencia do Presidente da República, a escala hierarquica para assumir o posto no Brasil é a seguinte: o Vice, o Presidente da Câmara Federal, o Presidente do Senado ou o Presidente do STF. Com o intuito de não permitir que este último, assuma, o Presidanta Dilmá, solicitou  ao Presidente da Câmara para não se ausentar do país no momento. (todos estarão em viagens). Não sabemos o porquè de tanto receio da senhora Dilma. Será que o magistrado Joaquim Barbosa irá descobrir todos os 'mal-feitos' dos demais dirigentes da nação? Ele,com certeza (caso descobra algo) não irá dizer que não sabia de nada. Pelo menos, teremos a certeza que o Brasil será presidido por um homem de valor.

terça-feira, 4 de junho de 2013

ENTRE TAPAS & BEIJOS


EDITORIAL:
O flerte de algumas facções peemedebistas com o possivel candidato a presidencia Eduardo Campos, passou a tirar o sono da Presidanta Dilma. Apressou-se em reunir-se com os caciques do PMDB, tratando do assunto 'rebeldia' do maior partido da base aliada. Preservar a aliança é agora mais importante que garantir o apoio parlamentar. A eleição de Dilma foi conseguida através da maior coligação já construida na democracia. Composta por nove partidos e costurada pelo ex-presidente Lula. As desavenças entre PT e PMDB, antigas por sinal, começam a causar estragos na chamada governabilidade do atual governo. Como se diria na gíria popular: "QUEM TEM, tem medo!

domingo, 2 de junho de 2013

EM RÍTMO DE FESTAS JUNINAS


MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
Em ritimo de São João e festas juninas


sábado, 1 de junho de 2013

BEZERRA de MENEZES


biografia








Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti (Bezerra de Menezes)
1831-1900
Nascido na antiga Freguesia do Riacho do Sangue, hoje Solonópole, no Ceará, aos 29 dias do mês de agosto de 1831, e desencarnado no Rio de Janeiro, a 11 de abril de 1900. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, no ano de 1838, entrou para a escola pública da Vila do Frade, onde em dez meses apenas, preparou- se suficientemente até onde dava o saber do mestre que lhe dirigia a primeira fase de educação. Bem cedo revelou sua fulgurante inteligência, pois, aos onze anos de idade, iniciava o curso de Humanidades e, aos treze anos, conhecia tão bem o latim que ministrava, a seus companheiros, aulas dessa matéria, substituindo o professor da classe em seus impedimentos. Seu pai, o capitão das antigas milícias e tenente- coronel da Guarda Nacional, Antônio Bezerra de Menezes, homem severo, de honestidade a toda prova e de ilibado caráter, tinha bens de fortuna em fazendas de criação. Com a política, e por efeito do seu bom coração, que o levou a dar abonos de favor a parentes e amigos, que o procuravam para explorar- lhe os sentimentos de caridade, comprometeu aquela fortuna. Percebendo, porém, que seus débitos igualavam seus haveres, procurou os credores e lhes propôs entregar tudo o que possuía, o que era suficiente para integralizar a dívida. Os credores, todos seus amigos, recusaram a proposta, dizendo- lhe que pagasse como e quando quisesse. O velho honrado insistiu; porém, não conseguiu demover os credores sobre essa resolução, por isso deliberou tornar- se mero administrador do que fora sua fortuna, não retirando dela senão o que fosse estritamente necessário para a manutenção da sua família, que assim passou da abastança às privações. Animado do firme propósito de orientar-se pelo caráter íntegro de seu pai, Bezerra de Menezes, com minguada quantia que seus parentes lhe deram, e animado do propósito de sobrepujar todos os óbices, partiu para o Rio de Janeiro a fim de seguir a carreira que sua vocação lhe inspirava: a Medicina. Em novembro de 1852, ingressou como praticante interno no Hospital da Santa Casa de Misericórdia. Doutorou-se em 1856 pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, defendendo a tese "Diagnóstico do Cancro". Nessa altura abandonou o último patronímico, passando a assinar apenas Adolfo Bezerra de Menezes. A 27 de abril de 1857, candidatou-se ao quadro de membros titulares da Academia Imperial de Medicina, com a memória "Algumas Considerações sobre o Cancro encarado pelo lado do Tratamento". O parecer foi lido pelo relator designado, Acadêmico José Pereira Rego, a 11 de maio de 1857, tendo a eleição se efetuado a 18 de maio do mesmo ano e a posse a 1º de junho. Em 1858 candidatou- se a uma vaga de lente substituto da Secção de Cirurgia da Faculdade de Medicina. Por intercessão do mestre Manoel Feliciano Pereira de Carvalho, então Cirurgião-Mor do Exército, Bezerra de Menezes foi nomeado seu assistente, no posto de Cirurgião- Tenente. Eleito vereador municipal pelo Partido Liberal, em 1861, teve sua eleição impugnada pelo chefe conservador, Haddock Lobo, sob a alegação de ser médico militar. Objetivando servir o seu Partido, que necessitava dele a fim de obter maioria na Câmara, resolveu Bezerra de Menezes afastar-se do Exército. Em 1867 foi eleito Deputado Geral, tendo ainda figurado em lista tríplice para uma cadeira no Senado. Quando político, levantou-se contra ele, a exemplo do que ocorre com todos os políticos honestos, uma torrente de injúrias que cobriu o seu nome de impropérios. Entretanto, a prova da pureza da sua alma deu-se quando, abandonando a vida pública, foi viver para os pobres, repartindo com os necessitados o pouco que possuía. Corria sempre ao tugúrio do pobre, onde houvesse um mal a combater, levando ao aflito o conforto de sua palavra de bondade, o recurso da ciência de médico e o auxílio da sua bolsa minguada e generosa. Desviado interinamente da atividade política e dedicando- se a empreendimentos empresariais, criou a Companhia de Estrada de Ferro Macaé a Campos, na então província do Rio de Janeiro. Depois, empenhou-se na construção da via férrea de S. Antônio de Pádua, etapa necessária ao seu desejo, não concretizado, de levá-la até o Rio Doce. Era um dos diretores da Companhia Arquitetônica que, em 1872, abriu o "Boulevard 28 de Setembro", no então bairro de Vila Isabel, cujo topônimo prestava homenagem à Princesa Isabel. Em 1875, era presidente da Companhia Carril de S. Cristóvão. Retornando à política, foi eleito vereador em 1876, exercendo o mandato até 1880. Foi ainda presidente da Câmara e Deputado Geral pela Província do Rio de Janeiro, no ano de 1880. O Dr. Carlos Travassos havia empreendido a primeira tradução das obras de Allan Kardec e levara a bom termo a versão portuguesa de "O Livro dos Espíritos". Logo que esse livro saiu do prelo levou um exemplar ao deputado Bezerra de Menezes, entregando- o com dedicatória. O episódio foi descrito do seguinte modo pelo futuro Médico dos Pobres: "Deu-mo na cidade e eu morava na Tijuca, a uma hora de viagem de bonde. Embarquei com o livro e, como não tinha distração para a longa viagem, disse comigo: ora, adeus! Não hei de ir para o inferno por ler isto... Depois, é ridículo confessar-me ignorante desta filosofia, quando tenho estudado todas as escolas filosóficas. Pensando assim, abri o livro e prendi-me a ele, como acontecera com a Bíblia. Lia. Mas não encontrava nada que fosse novo para meu Espírito. Entretanto, tudo aquilo era novo para mim!... Eu já tinha lido ou ouvido tudo o que se achava no "O Livro dos Espíritos". Preocupei-me seriamente com este fato maravilhoso e a mim mesmo dizia: parece que eu era espírita inconsciente, ou, mesmo como se diz vulgarmente, de nascença". No dia 16 de agosto de 1886, um auditório de cerca de duas mil pessoas da melhor sociedade enchia a sala de honra da Guarda Velha, na rua da Guarda Velha, atual Avenida 13 de Maio, no Rio de Janeiro, para ouvir em silêncio, emocionado, atônito, a palavra sábia do eminente político, do eminente médico, do eminente cidadão, do eminente católico, Dr. Bezerra de Menezes, que proclamava a sua decidida conversão ao Espiritismo. Bezerra era um religioso no mais elevado sentido. Sua pena, por isso, desde o primeiro artigo assinado, em janeiro de 1887, foi posta a serviço do aspecto religioso do Espiritismo. Demonstrada a sua capacidade literária no terreno filosófico e religioso, quer pelas réplicas, quer pelos estudos doutrinários, a Comissão de Propaganda da União Espírita do Brasil, incumbiu-o de escrever, aos domingos, no "O Paiz" tradicional órgão da imprensa brasileira, a série de "Estudos Filosóficos", sob o título "O Espiritismo". O Senador Quintino Bocaiúva, diretor daquele jornal de grande penetração e circulação, "o mais lido do Brasil", tornou-se mesmo simpatizante da Doutrina Espírita. Os artigos de Max, pseudônimo de Bezerra de Menezes, marcaram a época de ouro da propaganda espírita no Brasil. De novembro de 1886 a dezembro de 1893, escreveu ininterruptamente, ardentemente. Da bibliografia de Bezerra de Menezes, antes e após a sua conversão do Espiritismo, constam os seguintes trabalhos: "A Escravidão no Brasil e as medidas que convém tomar para extingui- la sem dano para a Nação", "Breves considerações sobre as secas do Norte", "A Casa Assombrada", "A Loucura sob Novo Prisma", "A Doutrina Espírita como Filosofia Teogônica", "Casamento e Mortalha", "Pérola Negra", "Lázaro - o Leproso", "História de um Sonho", "Evangelho do Futuro". Escreveu ainda várias biografias de homens célebres, como o Visconde do Uruguai, o Visconde de Carvalas, etc. Foi um dos redatores de "A Reforma", órgão liberal da Corte, e redator do jornal "Sentinela da Liberdade". Bezerra de Menezes tinha a função de médico no mais elevado conceito, por isso, dizia ele: "Um médico não tem o direito de terminar uma refeição, nem de perguntar se é longe ou perto, quando um aflito qualquer lhe bate à porta. O que não acode por estar com visitas, por ter trabalhado muito e achar-se fatigado, ou por ser alta hora da noite, mau o caminho ou o tempo, ficar longe ou no morro, o que sobretudo pede um carro a quem não tem com que pagar a receita, ou diz a quem lhe chora à porta que procure outro - esse não é médico, é negociante de medicina, que trabalha para recolher capital e juros dos gastos de formatura. Esse é um desgraçado, que manda para outro o anjo da caridade que lhe veio fazer uma visita e lhe trazia a única espórtula que podia saciar a sede de riqueza do seu Espírito, a única que jamais se perderá nos vaivéns da vida. Em 1883, reinava um ambiente francamente dispersivo no seio do Espiritismo brasileiro e os que dirigiam os núcleos espíritas do Rio de Janeiro sentiam a necessidade de uma união mais bem estruturada e que, por isso mesmo, se tornasse mais indestrutível. Os Centros, onde se ministrava a Doutrina, trabalhavam de forma autônoma. Cada um deles exercia a sua atividade em um determinado setor, sem conhecimento das atividades dos demais. Esse sentimento levou-os à fundação da Federação Espírita Brasileira. Nessa época já existiam muitas sociedades espíritas, porém, as únicas que mantinham a hegemonia de mando eram quatro: a "Acadêmica", a "Fraternidade", a "União Espírita do Brasil" e a "Federação Espírita Brasileira", entretanto, logo surgiram entre elas vivas discórdias. Sob os auspícios de Bezerra de Menezes, e acatando prescrições das importantes "Instruções" recebidas do plano espiritual pelo médium Frederico Júnior, foi fundado o famoso "Centro Espírita", o que, entretanto, não impediu que Bezerra desse a sua colaboração a todas as outras instituições. O entusiasmo dos espíritas logo se arrefeceu, e o velho seareiro se viu desamparado dos seus companheiros, chegando a ser o único freqüentador do Centro. A cisão era profunda entre os chamados "místicos" e "científicos", ou seja, espíritas que aceitavam o Espiritismo em seu aspecto religioso, e os que o aceitavam simplesmente pelo lado científico e filosófico. Em 1893, a convulsão provocada no Brasil pela Revolta da Armada, ocasionou o fechamento de todas as sociedades espíritas ou não. No Natal do mesmo ano Bezerra encerrou a série de "Estudos Filosóficos" que vinha publicando no "O Paiz". Em 1894, o ambiente mostrou tendências para melhora e o nome de Bezerra de Menezes foi lembrado como o único capaz de unificar o movimento espírita. O infatigável batalhador, com 63 anos de idade, assumiu a presidência da Federação Espírita Brasileira, cargo que ocupou até a sua desencarnação. Iniciava- se o ano de 1900, e Bezerra de Menezes foi acometido de violento ataque de congestão cerebral, que o prostrou no leito, de onde não mais se levantaria. Verdadeira romaria de visitantes acorria à sua casa. Ora o rico, ora o pobre, ora o opulento, ora o que nada possuía. Ninguém desconhecia a luta tremenda em que se debatia a família do grande apóstolo do Espiritismo. Todos conheciam suas dificuldades financeiras, mas ninguém teria a coragem de oferecer fosse o que fosse, de forma direta. Por isso, os visitantes depositavam suas espórtulas, delicadamente, debaixo do seu travesseiro. No dia seguinte, a pessoa que lhe foi mudar as fronhas, surpreendeu- se por ver ali desde o tostão do pobre até a nota de duzentos mil reis do abastado!...
Ocorrida a sua desencarnação, verdadeira peregrinação demandou sua residência a fim de prestar-lhe a última visita. No dia 17 de abril, promovido por Leopoldo Cirne, reuniram- se alguns amigos de Bezerra, a fim de chegarem a um acordo sobre a melhor maneira de amparar a sua família, tendo então sido formada uma comissão que funcionou sob a presidência de Quintino Bocaiúva, senador da República, para se promover espetáculos e concertos, em benefício da família daquele que mereceu o cognome de "Kardec Brasileiro".
Digno de registro foi um caso sucedido com o Dr. Bezerra de Menezes, quando ainda era estudante de Medicina. Ele estava em sérias dificuldades financeiras, precisando da quantia de cinqüenta mil réis (antiga moeda brasileira), para pagamento das taxas da Faculdade e para outros gastos indispensáveis em sua habitação, pois o senhorio, sem qualquer contemplação, ameaçava despejá-lo. Desesperado - uma das raras vezes em que Bezerra se desesperou na vida - e como não fosse incrédulo, ergueu os olhos ao Alto e apelou a Deus. Poucos dias após bateram- lhe à porta. Era um moço simpático e de atitudes polidas que pretendia tratar algumas aulas de Matemática. Bezerra recusou, a princípio, alegando ser essa matéria a que mais detestava, entretanto, o visitante insistiu e por fim, lembrando- se de sua situação desesperadora, resolveu aceitar. O moço pretextou então que poderia esbanjar a mesada recebida do pai, pediu licença para efetuar o pagamento de todas as aulas adiantadamente. Após alguma relutância, convencido, acedeu. O moço entregou-lhe então a quantia de cinqüenta mil réis. Combinado o dia e a hora para o início das aulas, o visitante despediu-se, deixando Bezerra muito feliz, pois conseguiu assim pagar o aluguel e as taxas da Faculdade. Procurou livros na biblioteca pública para se preparar na matéria, mas o rapaz nunca mais apareceu. No ano de 1894, em face das dissensões reinantes no seio do Espiritismo brasileiro, alguns confrades, tendo à frente o Dr. Bittencourt Sampaio, resolveram convidar Bezerra a fim de assumir a presidência da Federação Espírita Brasileira. Em vista da relutância dele em assumir aquele espinhoso encargo, travou-se a seguinte conversação:
Querem que eu volte para a Federação. Como vocês sabem aquela velha sociedade está sem presidente e desorientada. Em vez de trabalhos metódicos sobre Espiritismo ou sobre o Evangelho, vive a discutir teses bizantinas e a alimentar o espírito de hegemonia.
- O trabalhador da vinha, disse Bittencourt Sampaio, é sempre amparado. A Federação pode estar errada na sua propaganda doutrinária, mas possui a Assistência aos Necessitados, que basta por si só para atrair sobre ela as simpatias dos servos do Senhor. De acordo. Mas a Assistência aos Necessitados está adotando exclusivamente a Homeopatia no tratamento dos enfermos, terapêutica que eu adoto em meu tratamento pessoal, no de minha família e recomendo aos meus amigos, sem ser, entretanto, médico homeopata. Isto aliás me tem criado sérias dificuldades, tornando-me um médico inútil e deslocado que não crê na medicina oficial e aconselha a dos Espíritos, não tendo assim o direito de exercer a profissão. E por que não te tornas médico homeopata? disse Bittencourt. Não entendo patavinas de Homeopatia. Uso a dos Espíritos e não a dos médicos. Nessa altura, o médium Frederico Júnior, incorporando o Espírito de S. Agostinho, deu um aparte:
- Tanto melhor. Ajudar-te-emos com maior facilidade no tratamento dos nossos irmãos.
 - Como, bondoso Espírito? Tu me sugeres viver do Espiritismo?
 - Não, por certo! Viverás de tua profissão, dando ao teu cliente o fruto do teu saber humano, para isso estudando Homeopatia como te aconselhou nosso companheiro Bittencourt. Nós te ajudaremos de outro modo: Trazendo-te, quando precisares, novos discípulos de Matemática...