sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

VIDA SEXUAL DO LULA ou o BEBÊ de ROSEMERE?



Para o PT e o governo, vale tudo na tentativa de defender o comportamento amoroso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O primeiro caso que está sendo recordado é o romance do então presidente Fernando Henrique Cardoso com a repórter Miriam Dutra, que lhe rendeu o reconhecimento de um filho que recentemente o DNA mostrou que não era dele.
affaire com FHC, aliás, foi ótimo para a jornalista, que não apenas tornou o filho detentor de uma herança milionária, mas ela própria passou a desfrutar de uma sinecura perpétua na Espanha, onde há décadas vive sem trabalhar, mas recebendo salário da TV Globo, que no caso agiu como alcoviteira, digamos assim.
Para justificar Lula, seus fanáticos seguidores citam também o ex-presidente John Kennedy, que não podia ver mulher e teve caso até com uma brasileira, a lindíssima Regina Léclery. Eles não esquecem – é lógico – de Bill Clinton e sua estagiária gordinha, a Monica Lewinsky, que gostava de fumar charuto agachada no Salão Oval da Casa Branca, vejam só como os políticos são criativos.
Nessa ânsia de arranjar desculpas para Lula, daqui a pouco os jornalistas amestrados que vivem à custa do governo certamente vão lembrar de Juscelino Kubitschek e sua paixão pela belíssima socialite Lucia Pedroso. E acabarão citando também dom Pedro I e a romântica Domitila de Castro, a Marquesa dos Santos, para mostrar que a História é rica em infidelidades governamentais. Mas, na verdade, não é disso que se trata no caso Lula/Rose.

ÀS CUSTAS DO GOVERNO
O problema atual não pode ser encarado como um simples episódio romântico, digno de privacidade e até compreensão. As críticas que são feitas a Lula nada têm a ver com amor ou sexo, que é um problema a resolver sozinho com a esposa, dona Marisa Letícia, com Lula explicando à ex-primeira-dama por que deixou de levá-la em 24 viagens internacionais, nas quais foram visitados 32 países, preferindo no próprio avião presidencial a companhia da segunda-dama, com passaporte diplomático, ganhando diárias e tudo o mais.
Analisada em profundidade, a questão de Lula é muito mais penetrante. Afinal, se um governante jamais deve tomar decisões que o beneficiem pessoalmente, como justificar que nomeie a própria amante para ficar junto a ele? Foi justamente o que ocorreu.
Esse é o fato. Usando recursos públicos, o então presidente da República criou por decreto um órgão público exclusivamente para alojar a concubina e tê-la mais próxima, como sua assessora imediata e direta, colocando-a à frente de um pretenso Gabinete da Presidência da República em São Paulo, tão dispensável que acaba de ser extinto pela sucessora Dilma Rousseff.
E o pior é que Lula não somente criou a desnecessária função exclusivamente para abrigar Rosemary Nóvoa Noronha, com carro oficial e três assessores, mas também conferiu a ela poderes republicanos de influir na formação e nos negócios do governo e a indicar autoridades para altos postos nas Agências reguladoras e no Banco do Brasil (cavando financiamentos milionários para a empresa do ex-marido). Essa é a realidade, como se comprova nos e-mails publicados diariamente pela imprensa.
Nem FHC, nem Kennedy, nem Clinton, nem JK, nem dom Pedro I ousaram tanto. Como diz o próprio Lula, jamais, na História deste país, um governante se comportou tão idiotamente como ele.
E ficou explicado por que a Polícia Federal desistiu de grampear as ligações telefônicas entre Rose e Lula. Os assuntos tratados realmente só interessam aos dois. É coisa de vida privada, não deve mesmo ter divulgação, e o país não merece passar por tanto constrangimento e tanta humilhação.
NL. Enquanto se discute se Lula era o "Bebê de Rosemary", o "Bobo de Rosemary", o "Bebum de Rosemary" ou o "Babaca de Rosemary", uma coisa é certa: do jeito que ela mandava e desmandava no Banco do Brasil, aquele banco, com certeza, era o "BB de Rosemary"



domingo, 26 de janeiro de 2014

RELAX DOMINICAL

MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
Mexendo com sensibilidades.








sábado, 25 de janeiro de 2014

PROTEÇÃO CONTRA DEPRESSÃO


A prática de meditação regular ou mesmo uma prática religiosa pode proteger o cérebro contra depressão, de acordo com um novo estudo que associou a prática dessas atividades com um espessamento do córtex cerebral. A proteção pode ser ainda maior quando há alguma predisposição genética para a doença, segundo uma nova pesquisa liderada por pesquisadores do departamento de Psicologia Clínica e do Spirituality Mind Body Institute at Teachers College, da Universidade de Columbia.

O estudo envolveu 103 adultos em situação de risco alto ou baixo de depressão, com base no histórico familiar. Os sujeitos foram perguntados sobre como eles valorizavam a religião ou espiritualidade. Exames de ressonância magnética do cérebro mostraram córtex mais espesso em indivíduos que colocaram uma grande importância na religião ou espiritualidade do que aqueles que não o fizeram. O córtex relativamente mais espesso foi encontrado precisamente nas mesmas regiões do cérebro em que havia uma forma de desgaste em pessoas com alto risco de depressão.

Embora mais pesquisas sejam necessárias, os resultados sugerem que a espiritualidade ou religião podem proteger contra depressão pelo maior espessamento do córtex cerebral e neutralizar o afinamento cortical que ocorreria normalmente com depressão maior. O estudo, publicado em 25 de dezembro de 2013, é a primeira investigação publicada sobre os neuro-correlatos de o efeito protetor da espiritualidade e da religião contra a depressão.

“O novo estudo liga este enorme benefício protetor à espiritualidade ou religião a estudos anteriores que identificaram grandes extensões de afinamento cortical em regiões específicas do cérebro em filhos de adultos em famílias com alto risco de depressão maior”, afirma Lisa Miller, pesquisadores envolvida no estudo. Estudos anteriores mostraram uma redução de 90% na depressão em adultos que disseram que davam grande valor à espiritualidade ou religiosidade, e cujos pais sofreram com a doença






quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

SER INTELIGENTE É OUTRA COISA!

"O que se leva desta vida é a vida que a gente leva" uma das frases antológicas de Barão de Itararé
  • Barão de Itararé
    Frases impagáveis do Barão de Itararé
Criador do jornal “A Manha”, o Barão ridicularizava ricos, classe média e pobres. Não perdoava ninguém, sobretudo políticos, donos de jornal e intelectuais.
Ele não era barão, é claro. Mas deu-se o título de nobre e nobre se tornou. O primeiro nobre do humor no Brasil. Debochava de tudo e de todos e costumava dizer que, “quando pobre come frango, um dos dois está doente”. Ele é um dos inventores do contra-politicamente correto.
Há muito que o gaúcho Apparício Fernando de Brinkerhoff Torelly, o Barão de Itararé (1895-1971) merecia uma biografia mais detida. Em 2003, o filósofo Leandro Konder lançou “Barão de Itararé — O Humorista da Democracia” (Brasiliense, 72 páginas). O texto de Konder é muito bom, mas, como é uma biografia reduzida, não dá conta inteiramente do personagem, uma espécie de Karl Kraus menos filosófico mas igualmente cáustico.
Quatro depois, o jornalista Mouzar Benedito lançou o opúsculo “Barão de Itararé — Herói de Três Séculos (Expressão Popular, 104 páginas). É ótimo, como o livrinho de Konder, mas lacunar. No final, há uma coletânea das melhores máximas do humorista, que dizia:
“O uísque é uma cachaça metida a besta”.
O que se leva desta vida é a vida que a gente leva.
A criança diz o que faz, o velho diz o que fez e o idiota o que vai fazer.
Os homens nascem iguais, mas no dia seguinte já são diferentes.
Dizes-me com quem andas e eu te direi se vou contigo.
A forca é o mais desagradável dos instrumentos de corda.
Sábio é o homem que chega a ter consciência da sua ignorância.
Não é triste mudar de ideias, triste é não ter ideias para mudar.
Mantenha a cabeça fria, se quiser ideias frescas.
O tambor faz muito barulho, mas é vazio por dentro.
Genro é um homem casado com uma mulher cuja mãe se mete em tudo.
Neurastenia é doença de gente rica. Pobre neurastênico é malcriado.
De onde menos se espera, daí é que não sai nada.
Quem empresta, adeus.
Pobre, quando mete a mão no bolso, só tira os cinco dedos.
O banco é uma instituição que empresta dinheiro à gente se a gente apresentar provas suficientes de que não precisa de dinheiro.
Tudo seria fácil se não fossem as dificuldades.
A televisão é a maior maravilha da ciência a serviço da imbecilidade humana.
Este mundo é redondo, mas está ficando muito chato.
Precisa-se de uma boa datilógrafa. Se for boa mesmo, não precisa ser datilógrafa.
O fígado faz muito mal à bebida.
O casamento é uma tragédia em dois atos: um civil e um religioso.
A alma humana, como os bolsos da batina de padre, tem mistérios insondáveis.
Eu Cavo, Tu Cavas, Ele Cava, Nós Cavamos, Vós Cavais, Eles Cavam. Não é bonito, nem rima, mas é profundo…
Tudo é relativo: o tempo que dura um minuto depende de que lado da porta do banheiro você está.
Nunca desista do seu sonho. Se acabou numa padaria, procure em outra!
Devo tanto que, se eu chamar alguém de “meu bem”, o banco toma!
Viva cada dia como se fosse o último. Um dia você acerta…
Tempo é dinheiro. Paguemos, portanto, as nossas dívidas com o tempo.
As duas cobras que estão no anel do médico significam que o médico cobra duas vezes, isto é, se cura, cobra, e se mata, cobra.
O voto deve ser rigorosamente secreto. Só assim, afinal, o eleitor não terá vergonha de votar no seu candidato.
Em todas as famílias há sempre um imbecil. É horrível, portanto, a situação do filho único.
Negociata é um bom negócio para o qual não fomos convidados.
Quem não muda de caminho é trem.
A moral dos políticos é como elevador: sobe e desce. Mas em geral enguiça por falta de energia, ou então não funciona definitivamente, deixando desesperados os infelizes que confiam nele.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

PRESID'ANTA NARIZ DE PINÓQUIO








MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
        E D I T O R I A L:
A alta da inflação medida pelo IPCA, bastante acima das projeções de mercado, foi antecipação do ritmo da variação de preços prevista para 2014. A inflação desmentiu promessas, desmoralizou a intervenção nos preços e comprovou a inépcia de uma política populista, voluntarista e irresponsável. A inflação é real, o dólar a subir dia a dia juntamente com preços de produtos. Mais uma vez comprovamos que as declarações do Planalto são mentirosas. Temos uma Pesid'anta que não sabe o que diz, por estar completamente perdida na administração do País, tendo como um dos principais assessores o ministro Mântega que, com excelente oratória, leva de engôdo a nação brasileira. E de falácia em falácia, o país vai sofrendo as consequencias de um desgoverno total






domingo, 19 de janeiro de 2014

RELAX DOMINICAL

MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
A tendendo a pedidos.









sábado, 18 de janeiro de 2014

ESPÍRITO OU ALMA?










O Livro dos Espíritos(questão 23), os mensageiros da Boa Nova, descreveram o "espírito" como um princípio inteligente do universo, e, na questão 34, a alma como sendo um espírito encarnado. Entendemos pois, que quando se habita o mundo espiritual é um espírito e quando se está reencarnado, trata-se de uma alma. Muitos confundem esses termos e tratam ambas as descrições como o mesmo significado. Os espíritos, no mesmo capítulo, dão a entender que as duas descrições estão corretas. "As almas e os espíritos são, por assim dizer, identicos ou a mesma coisa? - sim, as almas não são senão os espíritos, que antes de se unir ao corpo, a alma é um dos seres inteligentes que povoam o mundo invisível, os quais, temporariamente vestem-se um invólucro carnal com a finalidade de purificar-se e esclarecer-se. A alma é o ser racional reencarnado na matéria; já o espírito é a alma quando se liberta do corpo. Há tambem tres partes que formam o corpo humano: 1º- o corpo ou ser material, análogo aos dos animais e aniado pelo mesmo princípio vital: 2º- alma, espírito reencarnado que tem no corpo a sua habitação: 3º- o princípio intermediário, tambem conhecido como perispírito, substancia semi´material e que serve de primeiro invólucro ao espírito e liga a alma ao corpo. 








sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

A 'MINA DE OURO' PRÉ-SAL





MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):

 
E um dos maiores prêmios na história do petróleo vai para ... o Brasil! ... E chama-se Pré-Sal.
 
          Para se ter uma ideia do gigantismo do pré-sal, vamos comparar (com o devido cuidado que as comparações geológicas exigem) essa província petrolífera, totalmente brasileira, com o Golfo do México (GOM) - um dos vértices do triângulo de ouro da exploração marítima mundial atual junto com o pré-sal da costa ocidental africana e da costa brasileira. O Mar do Norte não mais pertence a esse seleto grupo. Segundo as descobertas feitas nos últimos 3 anos, o pré-sal africano (principalmente Angola e Gabão até agora) constitui-se tão prolífico quanto o brasileiro.
 A área total licitada para exploração de hidrocarbonetos no GOM soma 31 milhões de acres ou 125 mil km². O setor oriental do GOM (majoritariamente a área costeira do estado da Flórida) ainda não foi liberado para exploração pelo governo central dos EUA, instância que regulamenta a atividade nas chamadas áreas federais, e abrange cerca de 1/3 da área total do GOM. Estima-se ter o pré-sal uns 149 mil km² de área mas pode ser maior ainda considerando o incremento da ZEE-Zona Economica Exclusiva (ver importante matéria sobre limites territoriais marítimos copiada abaixo desta). Devemos lembrar que a fronteira oriental do pré-sal foi delimitada pela legislação das 200 milhas (que corresponde a uns 3200 m de lâmina d'água na área do pré-sal) e que é questão de pouco tempo o avanço tecnológico permitir explorar petróleo a essa profundidade; a Petrobrás, conforme seu renomado histórico na atividade, deverá situar-se entre os líderes mundiais nesse processo de inovação. A lâmina d'água dos atuais poços produtores no pré-sal é inferior a 3000 m.
 A produção de óleo no GOM começou em 1937 com a instalação da primeira plataforma fixa em águas rasas na região. A produção no pré-sal começou em 2008 e só é possível de ser realizada por navios e plataformas flutuantes. Cerca de 60 mil (sessenta mil!) poços já foram perfurados até hoje no GOM contra apenas 145 no pré-sal. A produção em águas ultraprofundas no GOM começou em 2004 pela Shell; mais de 700 poços foram perfurados desde então em profundidades de lâmina d'água equivalentes à do pré-sal. A Petrobrás opera 2 campos (Chinook e Cascade) por ela descobertos no GOM introduzindo uma inovação tecnológica na área que é a utilização de unidades marítimas flutuantes de produção denominadas FPSO (Floating, Production, Storage and Offloading). Cabe registrar que a complexidade geológica para a construção de poços no pré-sal é mais prolixa que no GOM. A produção atual no GOM é de 1,5 milhões de barris por dia enquanto no pré-sal atinge 390 mil. Em 5 anos o pré-sal vai produzir mais que o GOM.
Outro aspecto muito impressionante é o índice de sucesso exploratório da Petrobrás no pré-sal em 2013: 100%, isto é: em todo poço perfurado foram detectados indícios de hidrocarbonetos. Isso é extraordinário e contribuiu para elevar o índice geral de sucesso da companhia na província para cerca de 80%. A média mundial é de 25%. No setor marítimo, inclusive no GOM, é de 30%. A continuar nesse ritmo de sucesso exploratório por alguns anos e a incorporação de 40% de novas reservas anualmente, os recursos disponíveis provados no pré-sal podem dobrar a cada 2 anos! São 4 bilhões de barris em 2013, 8 bi em 2015, 16 bi em 2017 ...
O termo em inglês 'sweet spot' é utilizado na indústria petroleira para designar uma região privilegiada para exploração de hidrocarbonetos, isto é, as companhias buscam primeiramente as áreas mais vantajosas em termos de retorno rápido do capital investido. Como o pré-sal ainda é um imenso desconhecido, não se pode definir com precisão quais e quantos são os 'sweet spots' (as áreas mais nobres de explotação) portanto, podemos esperar que novas descobertas que certamente ocorrerão em uma, duas ou mais décadas, sejam tão alvissareiras quanto as já realizadas. Daí, ouso afirmar que o potencial do pré-sal deve ser muito superior às mais otimistas previsões feitas até o momento (40 bilhões de barris). Não seria uma leviandade falarmos de 100, 120 ou até 150 bilhões de barris - 15 trilhões de dólares!!!
Nota: um pesquisador estadunidense analisou dados históricos de reservas provadas de gas e óleo avaliadas por grandes empresas e concluiu que, pelos atuais mecanismos e ferramentas de avaliação utilizados pelas companhias certificadoras, as estimativas são geralmente subdimensionadas (para validar a regra a OGX de Eike Batista é uma exceção) e que as reservas reais atualizadas comprovaram ser de 1,5 a 5 vezes maiores que o cálculo inicial, ou seja, todas as estimativas preliminares demonstraram ser extremamente conservadoras.  
Podemos afirmar que o conhecimento sobre as especifidades do complexo geológico conhecido como pré-sal e sua potencialidade está apenas em sua fase preliminar, em sua infância. Até agora a Petrobrás conseguiu só arranhar a superfície desse verdadeiro monstro de recursos energéticos em combustível fóssil. Muitos ainda tentam inutilmente reduzir essa cornucópia a um evento secundário de somenos importância; os mais desinformados e mal-intencionados, supostos especialistas, duvidam até do que já foi produzido no pré-sal atribuindo à essa brilhante e real perspectiva economica para o país a pecha de uma inconsequente aventura. Efetivamente, não devem pairar dúvidas de que o pré-sal pode ser um fator indutor de profundas transformações sociais e economicas no Brasil pela geração de riqueza que irá produzir. 
A descoberta da viabilidade economica da exploração do pré-sal brasileiro e africano (somada à revolução energética interna dos EUA com a abundância de gas e óleo de folhelhos) tem-se constituido um verdadeiro pesadelo para os adoradores do pico do petróleo, religiosos fanáticos que difundem a teoria catastrofista do Pico do Petróleo de 1956 que prega que a Humanidade já experimenta o declínio da produção de combustíveis fósseis desde 2005.
 
          A Era do Petróleo vai perdurar por muitos e muitos anos.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

A ETERNA BRIGA













MOMENTOBRASIL.COM(comentário):
Durante toda a gestão(?) da Presid'anta, PT e PMDB vivem desavenças que acada dia são maiores. Na eleição presidencial, o PMDB tinha mais força que agora. Pois, comandava as pastas da saúde, Integração Nacional e Comuicações. Atualmente, as contrariedades ficam por conta de maior poder do partido do vice-presidente. Alem do retorno do comando do ministério da Integração Nacional, quer maior fatia do bôlo, sob pena de fraturar o apoio na campanha de reeleição. mas, dizer-se que os peemedebistas vão ficar de fora do governo, é balela das grandes. Não temos conhecimento de nenhum político ou partido que queira 'largar o osso'.






terça-feira, 14 de janeiro de 2014

QUEM TEM MAIS FORÇA?









MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
A situação do Maranhão há muito tempo merece uma intervenção federal. Continua sendo portador do pior IDH. A vilolencia estampada nos últimos dias, merece uma atitude drástica por parte do Poder Judiário. Não pode continuar sendo uma terra onde o clã SARNEY, dê as ordens. A omissão da Presid'anta é notória. A pergunta que não quer calar é: Quem tem mais força? A justiça brasileira ou o presidente do senado e dono do Maranhão? O senhor José Sarney trocou o domicílio eleitoral para o Amapá por ter plena consciência que no seu estado não conseguiria eleger-se a nada. O Brasil continua sendo uma carreta sem freios ladeira à baixo e sem motorista. A administração da Presid'anta Dil-má é uma catástrofe impar. Que compromissos de campanha conseguiu realizar até o momento? Até quando brasileiros continuarão a morrer no país? Quando deixaremos de residir atras das grades dos condomínios enquanto a bandidagem continua agindo em todos os setores e de todas as formas? Quando será dado um 'basta!' nos maus-feitos dos governantes? 
Quando um brasileiro terá orgulho de país em que nasceu?
Só o criador do universo, sabe responder.






domingo, 12 de janeiro de 2014

RELAX DOMINICAL

MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
Mexendo com sensibilidades.








sábado, 11 de janeiro de 2014

A AGONIA DO COLESTEROL











MOMENTOBRSIL.COM(comentário)

Nunca me convenci de que essa obsessão para abaixar o colesterol às custas de remédio aumentasse a longevidade de pessoas saudáveis. 
Essa crença --que fez das estatinas o maior sucesso comercial da história da medicina-- tomou conta da cardiologia a partir de dois estudos observacionais: Seven Cities e Framingham, iniciados nos anos 1950. 
Considerados tendenciosos por vários especialistas, o Seven Cities pretendeu demonstrar que os ataques cardíacos estariam ligados ao consumo de gordura animal, enquanto o Framingham concluiu que eles guardariam relação direta com o colesterol. 
A partir dos anos 1980, o aparecimento das estatinas (drogas que reduzem os níveis de colesterol) abafou as vozes discordantes, e a classe médica foi tomada por um furor anticolesterol que contagiou a população. Hoje, todos se preocupam com os alimentos gordurosos e tratam com intimidade o "bom" (HDL) e o "mau" colesterol (LDL). 
As diretrizes americanas publicadas em 2001 recomendavam manter o LDL abaixo de cem a qualquer preço. Ainda que fosse preciso quadruplicar a dose de estatina ou combiná-la com outras drogas, sem nenhuma evidência científica que justificasse tal conduta. 
Apenas nos Estados Unidos, esse alvo absolutamente arbitrário fez o número de usuários de estatinas saltar de 13 milhões para 36 milhões. Nenhum estudo posterior, patrocinado ou não pela indústria, conseguiu demonstrar que essa estratégia fez cair a mortalidade por doença cardiovascular. 
Cardiologistas radicais foram mais longe: o LDL deveria ser mantido abaixo de 70, alvo inacessível a mortais como você e eu. Seríamos tantos os candidatos ao tratamento, que sairia mais barato acrescentar estatina ao suprimento de água domiciliar, conforme sugeriu um eminente professor americano. 
Pois bem. Depois de cinco anos de análises dos estudos mais recentes, a American Heart Association e a American College of Cardiology, entidades sem fins lucrativos, mas que recebem auxílios generosos da indústria farmacêutica, atualizaram as diretrizes de 2001. 
Pasme, leitor de inteligência mediana como eu. Segundo elas, os níveis de colesterol não interessam mais. 
Portanto, se seu LDL é alto não fique aflito para reduzi-lo: o risco de sofrer ataque cardíaco ou derrame cerebral não será modificado. Em português mais claro, esqueça tudo o que foi dito nos últimos 30 anos. 
A indústria não sofrerá prejuízos, no entanto: as estatinas devem até ampliar sua participação no mercado. Agora serão prescritas para a multidão daqueles com mais de 7,5% de chance de sofrer ataque cardíaco ou derrame cerebral nos dez anos seguintes, risco calculado a partir de uma fórmula nova que já recebe críticas dos especialistas. 
Se reduzir os níveis de colesterol não confere proteção, por que insistir nas estatinas? Porque elas têm ações anti-inflamatórias e estabilizadoras das placas de aterosclerose, que podem dificultar o desprendimento de coágulos capazes de obstruir artérias menores. 
O argumento é consistente, mas qual o custo-benefício? 
Recém-publicado no "British Medical Journal", um artigo baseado nos mesmos estudos avaliados pelas diretrizes mostrou que naqueles com menos de 20% de risco em dez anos as estatinas não reduzem o número de mortes nem de eventos mais graves. Nesse grupo seria necessário tratar 140 pessoas para evitar um caso de infarto do miocárdio ou de derrame cerebral não fatais. 
Ou seja, 139 tomarão inutilmente medicamentos caros que em até 20% dos casos podem provocar dores musculares, problemas gastrointestinais, distúrbios de sono e de memória e disfunção erétil. 
A indicação de estatina no diabetes e para quem já sofreu ataque cardíaco, por enquanto, resiste às críticas. 
Se você, leitor com boa saúde, toma remédio para o colesterol, converse com seu médico, mas esteja certo de que ele conhece a literatura e leu com espírito crítico as 32 páginas das novas diretrizes citadas nesta coluna. 
Preste atenção: mais de 80% dos ataques cardíacos ocorrem por conta do cigarro, vida sedentária, obesidade, pressão alta e diabetes. Imaginar ser possível evitá-los sentado na poltrona, às custas de uma pílula para abaixar o colesterol, é pensamento mágico.
Fonte:Drauzio Varella é médico cancerologista. Por 20 anos dirigiu o serviço de Imunologia do Hospital do Câncer. Foi um dos pioneiros no tratamento da Aids no Brasil e do trabalho em presídios, ao qual se dedica ainda hoje. É autor do livro "Estação Carandiru" (Companhia das Letras). Escreve aos sábados, a cada duas semanas, na versão impressa de "Ilustrada".
 










quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

AMENIDADES.









CURIOSIDADES NO MEIO LITERÁRIO....

O escritor Wolfgang Von Goethe escrevia em pé. Ele mantinha em sua Casa uma escrivaninha alta.
O escritor Pedro Nava parafusava OS móveis de sua Casa a fim de que ninguém OS tirasse do lugar.
Gilberto Freyre nunca manuseou aparelhos eletrônicos. Não sabia ligar sequer uma televisão. Todas as obras foram escritas a bico de pena, como o mais extenso de seus livros, Ordem e Progresso, de 703 páginas.
Euclides DA Cunha, Superintendente de Obras Públicas de São Paulo, foi engenheiro responsável pela construção de uma Ponte em São José do Rio Pardo (SP). A obra demorou três anos para ficar pronta e, alguns meses depois de inaugurada, a Ponte simplesmente ruiu. Ele não se deu por vencido e a reconstruiu. Mas, por via das dúvidas, abandonou a carreira de engenheiro.
Machado de Assis, nosso Grande escritor, ultrapassou tanto as barreiras sociais bem como físicas. Machado teve uma infância sofrida pela pobreza e ainda era míope, gago e sofria de epilepsia. Enquanto escrevia Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado foi acometido por uma de suas piores crises intestinais, com  complicações para sua frágil visão. Os médicos recomendaram três meses de descanso em Petrópolis. Sem poder ler nem redigir, ditou Grande parte do romance para a esposa, Carolina.
Graciliano Ramos era ateu convicto, mas tinha uma Bíblia na cabeceira só para apreciar OS ensinamentos e OS elementos de retórica. Por insistência DA sogra, casou na igreja com Maria Augusta, católica fervorosa, mas exigiu que a cerimônia ficasse restrita aos pais do casal. No segundo casamento, com Heloísa, evitou transtornos: casou logo no religioso.

Aluísio de Azevedo tinha o hábito de, antes de escrever seus romances, desenhar e pintar, sobre papelão, as personagens principais mantendo-as em sua mesa de trabalho, enquanto escrevia.
José Lins do Rego era fanático por futebol. Foi diretor do Flamengo, do Rio, e chegou a chefiar a delegação brasileira no Campeonato Sul-Americano, em 1953.
Aos dezessete anos, Carlos Drummond de Andrade foi expulso do Colégio Anchieta, em Nova Friburgo (RJ), depois de um desentendimento com o professor de português. Imitava com perfeição a assinatura dos outros.
Falsificou a do chefe durante anos para lhe poupar trabalho. Ninguém notou. Tinha a mania de picotar papel e tecidos. "Se não fizer isso, saio matando gente pela rua". Estraçalhou uma camisa nova em folha do neto. "Experimentei, ficou apertada, achei que tinha comprado o número errado. Mas não se impressione, amanhã lhe dou outra igualzinha."
Numa das viagens a Portugal, Cecília Meireles marcou um encontro com o poeta Fernando Pessoa no café A Brasileira, em Lisboa. Sentou-se ao meio-dia e esperou em vão até as duas horas DA tarde. Decepcionada, voltou para o hotel, onde recebeu um livro autografado pelo autor lusitano. Junto com o exemplar, a explicação para o "furo": Fernando Pessoa tinha lido seu horóscopo pela manhã e concluído que não era um bom dia para o encontro.
Érico Veríssimo era quase tão taciturno quanto o filho Luís Fernando, também escritor. Numa viagem de trem a Cruz Alta, Érico fez uma pergunta que o filho respondeu quatro horas depois, quando chegavam à estação final.
Clarice Lispector era solitária e tinha crises de insônia. Ligava para OS amigos e dizia coisas perturbadoras. Imprevisível, era comum ser convidada para jantar e ir embora antes de a comida ser servida.
Monteiro Lobato adorava café com farinha de milho, rapadura e içá torrado (a bolinha traseira DA formiga tanajura), além de Biotônico Fontoura. "Para ele, era licor", diverte-se Joyce, a neta do escritor.
Também tinha mania de consertar tudo. "Mas para arrumar uma coisa, sempre quebrava outra."
Manuel Bandeira sempre se gabou de um encontro com Machado de Assis, aos dez anos, numa viagem de trem. Puxou conversa: "O senhor gosta de Camões?" Bandeira recitou uma oitava de Os Lusíadas que o mestre não lembrava. Na velhice, confessou: era mentira. Tinha inventado a história para impressionar OS amigos. Foi escoteiro dos nove aos treze anos. Nadador do Minas Tênis Clube, ganhou o título de campeão mineiro em 1939, no estilo costas.
Guimarães Rosa, médico recém-formado, trabalhou em lugarejos que não constavam no mapa. Cavalgava a noite inteira para atender a pacientes que viviam em longínquas fazendas. As consultas eram pagas com bolo, pudim, galinha e ovos. Sentia-se culpado quando OS pacientes morriam.
Acabou abandonando a profissão. "Não tinha vocação. Quase desmaiava ao ver sangue", conta Agnes, a filha mais nova.
Mário de Andrade provocava ciúmes no antropólogo Lévi-Strauss porque era muito amigo DA mulher dele, Dina. Só depois DA morte de Mário, o francês descobriu que se preocupava em vão. O escritor era homossexual.
Vinicius de Moraes, casado com Lila Bosco, no início dos anos 50, morava num minúsculo apartamento em Copacabana. Não tinha geladeira.
Para agüentar o calor, chupava uma bala de hortelã e, em seguida, bebia um copo de água para ter sensação refrescante na boca.
José Lins do Rego foi o primeiro a quebrar as regras na ABL, em 1955.
Em vez de elogiar o antecessor, como de costume, disse que Ataulfo de Paiva não poderia ter ocupado a cadeira por faltar-lhe vocação.
Jorge Amado para autorizar a adaptação de Gabriela para a tevê, impôs que o papel principal fosse dado a Sônia Braga. "Por quê?", perguntavam os jornalistas, Jorge respondeu: "O motivo é simples: nós somos amantes." Ficou todo mundo de boca aberta. O clima ficou mais pesado quando Sônia apareceu. Mas ele se levantou e, muito formal disse: "Muito prazer, encantado." Era piada. Os dois nem se conheciam até então.
O poeta Pablo Neruda colecionava de quase tudo: conchas, navios em miniatura, garrafas e bebidas, máscaras, cachimbos, insetos, quase tudo que lhe dava na cabeça.
Vladimir Maiakóvski tinha o que atualmente chamamos de Transtorno Obsessivo-compulsivo (TOC). O poeta russo tinha mania de limpeza e costumava lavar as mãos diversas vezes ao dia, numa espécie de ritual repetitivo e obsessivo.
A preocupação excessiva com doenças fazia com que o escritor de origem tcheca Franz Kafka usasse roupas leves e só dormisse de janelas abertas – para que o ar circulasse -, mesmo no rigoroso inverno de Praga.
O escritor norte-americano Ernest Hemingway passou boa parte de sua vida tratando de problemas de depressão. Apesar da ajuda especializada, o escritor foi vencido pela tristeza e amargura crônicas. Hemingway deu fim à própria vida com um tiro na cabeça.
O poeta português Fernando Pessoa tinha o hábito de escrever sob diversos heterônimos, cada qual com estilo e biografia próprios. Entre os heterônimos adotados estão Ricardo Reis, Alberto Caieiro e Álvaro de Campos.





segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

E A PROMESSA NÚMERO 1?




MOMENTOBRASIL.COM:
Mais um ano se inicia e, no discurso de posse a promessa número 1 da Presidanta continua sem ser cumprida: "Serei a melhor Presidente que o Brasil já teve". A nação continua esperando... esperando...
A reforma ministerial prevista para agora, não passa de reforma para "Inglês ver". Os ministérios que haverá mudanças, são apenas aqueles que o atual titular da pasta, terá que sair pois serão candidatos a governadores em seus estados. 
Continuamos com juros altíssimos, pib menos que 'anão' e Mântega usando como sempre de artifícios para manter o engôdo da pasta.
Portanto, nada de novo.Tudo como D'antes, no quartel de Abrantes.




quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

FELIZ ANO NOVO!!!!





VENTUROSO 2014 A TODOS!!!!








N.E. retornaremos em 07/01.