quinta-feira, 30 de outubro de 2014

FATO ESTARRECEDOR





MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):

A denúncia do video abaixo é gravíssima.










terça-feira, 28 de outubro de 2014

SERÁ?









MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
"Faremos um combate sem tréguas à corrupção. Nosso país não pode manter a impunidade daqueles que cometem atos de corrupção. Não vou deixar pedra sobre pedra. Eu vou fazer questão que a sociedade brasileira saiba de tudo".
Assim declarou a Presidanta em pronunciamento público ontem. E porquê não o fez desde que a corrupção na Petrobras foi denunciada? Porquê só agora, após a reeleição 'pretende' tomar tal atitude? dIz um velho ditado popular: "gato escaldado, tem medo dágua fria'.
Já vimos esse filme, quando o ex-presidente, "o marolinha", afirmou: "cortarei na própria carne", referindo-se aos envolvidos no mensalão. Onde cortou a carne? Voltando às promessas presidenciais, qual delas foi cumprida pela "gerentona"?  que moral tem o Planalto para novas afirmações? Outro ditado: "Cada povo, tem o governo que merece".
Nós não acreditamos mais em dudendes, sacis- perêrês ou em Papai Noel.



sábado, 25 de outubro de 2014

SOMOS TODOS MDIUNS















Muitas pessoas me perguntam se são médiuns e como podem “desenvolverem essa capacidade” para serem “futuros médiuns”. É comum ainda muitos terem uma ideia equivocada enquanto a capacidade mediúnica. Já publiquei em um post anterior uma definição sobre o tema. Hoje adiciono, mas um complemento escrito pelo professor Rui Paz, que nos vem esclarecer um pouco mais sobre esse tema muitas vezes mal compreendido.
• Mediunismo: comunicação mediúnica
• Mediunidade: comunicação entre espíritos seja ele encarnado ou não.  Uma faculdade do espírito. Através da leitura do mundo, da observação que faço do outro, das plantas, dos animais. Seria um diálogo com todo o Universo.
• Processo mediúnico: é a interação entre o polissistema material e o espiritual que se viabiliza através do conhecimento possível de dois seres inteligentes num dado momento e espaço, produzindo valores com significação universal. Atendendo ao consentimento das partes, produzindo valores que correspondem as expectativa cultural dos dois polissistemas (material e espiritual)
A mediunidade é um presente contínuo. Não existe esse estado de “estar” ou “não estar” mediunizado. Por muito tempo se imaginou o processo mediúnico como algo momentâneo, acidental. Isso se deve ao autoentendimento que se instalou nas casas espíritas, a partir da década de 1940. Com efeito, uma deferência especial passou a ser dispensado aos chamados médiuns, o que gerou graves distorções no entendimento dos espíritas, como a mitificação do médium, a sacralização da mediunidade, a esoterização do processo mediúnico.
É preciso, urgentemente, reconceituar mediunidade. Como dissemos, essa faculdade do espírito é um presente contínuo, ou seja, ela está sempre presente e ativa em nosso cotidiano. Pelo processo reencarnatório, o espírito submete-se às limitações da matéria, parte de suas faculdades fica embotada, sua percepção quase se restringe exclusivamente aos sentidos do corpo físico. Mas, mesmo limitado pela tridimensionalidade da matéria e sendo parte, o espírito não tem interrompida sua interação com o todo e a totalidade. Mantém o vínculo com todo o acontecimental imediato e mediato da sua existência, não se limitando ao processo espaço-temporal. Portanto, transcende permanentemente. Sentimos e pressentimos acontecimentos distantes no tempo e no espaço, como as intuições e premonições. A isso denominamos de apercepção. Esse estado de interação constante permeia todos os seres vivos.

Essa constatação pode explicar como os animais, por exemplo, têm percepções semelhantes. Quem tem animais domésticos já deve ter percebido como eles “sabem” quando o dono está chegando em casa, mesmo que isso leve alguns minutos. É como se recebessem um aviso antecipado da chegada da pessoa. Mas, na realidade é como se estivessem em contato contínuo com seus donos, sem sair de seu lado, mesmo que espacialmente distantes. Pessoas que sofreram as agruras da 2ª Guerra Mundial na Alemanha perceberam que quando haveria bombardeio em suas cidades, os pássaros retiravam-se do ambiente com horas de antecedência. O mais surpreendente é que essa retirada dava-se mesmo antes dos aviões bombardeiros decolarem da Inglaterra. Nem os observadores avançados, nem os radares, haviam detectado qualquer movimento, mas os pássaros “sabiam”, por assim dizer, e buscavam refúgios seguros. Há relatos de animais extraviados a centenas de quilômetros das suas antigas casas, mas que retornaram dias após o sumiço, como se tivessem um mapa mental do trajeto.

Na matéria, as coisas parecem separadas porque cada objeto se encerra num espaço estruturado finito, como espaços contidos e, pela forma como aprendemos a ver e interpretar a realidade achamos que nada há entre eles, senão espaços vazios. Ora, depois de Einstein, nada é vazio. A descoberta da curvatura do espaço mostrou que nem mesmo a luz escapa das distorções espaciais provocadas pela gravidade dos astros. Os físicos têm se debruçado sobre o que denominam de “emaranhamento quântico”, que permite que duas partículas que interagiram antes possam continuar interagindo de forma instantânea, independentemente da distância que se encontram. Como nada se desloca mais rápido do que a luz em nosso Universo, essa interação acontece por um entrelaçamento atemporal e transespacial. Será que podemos compreender o processo mediúnico por esses referenciais? Afinal, somos capazes de antever acontecimentos no tempo e no espaço, portanto, apercepcionais, porque atemporais e transespaciais.
Apesar do ceticismo de grande parte dos cientistas, a ciência tem muito a contribuir para o nosso autoconhecimento, no que se refere à natureza do espírito.
Fonte: Rui Simon Paz: Sociólogo, professor acadêmico na Faculdade Doutor Leocádio Correia e coordenador de grupos de estudos espíritas.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

NO MUNDO DO VALE-TUDO












MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
                                                                                                                      
E desespero acompanha o golpe sujo.









JAMAIS SUBESTIME A CAPACIDADE DE FURTAR, ENGANAR E CORROMPER DOS PETRALHAS, 
COMANDADOS PELO NOVE DEDOS E A ANTA.
(E agora com o apoio do TSE?)


 LEIAM COM ATENÇÃO:


Servidores do TRE informaram que as urnas usadas no 1o Turno serão recolhidas, pois novas urnas serão enviadas para o 2o turno.  Este fato NUNCA ocorreu em nenhuma outra eleição!


Tal "novidade" veio através de ofício do TSE, dizendo que em razão dos problemas de atraso no 1o turno, serão mandados novos equipamentos já preparados de Brasília.   Só que as urnas são sempre preparadas e testadas em cada cidade...


Para piorar, pela data que as urnas chegarão, não haverá tempo hábil para se fazer os testes de funcionamento.Estranho não é...???

 Soma-se a isso o grande fiasco dos Institutos de Pesquisa no 1o Turno.

 As principais pesquisas para o 2o Turno mostram quadro de empate técnico....

Já se questionaram que o real papel destes institutos de pesquisa pode ser apenas uma forma de "validação" de um processo de manipulação eleitoral em curso?

 Ou seja, se colocarem o Aécio na frente com pouca vantagem, e na apuração oficial a Dilma ganhar por uma diferença pequena de votos, ninguém vai questionar... não haverá comoção nacional suficiente para colocar o processo eleitoral em cheque...

Todos falarão que estava dentro da margem de erro prevista pelas pesquisas....

Será que realmente podemos confiar nas urnas eletrônicas, e nas autoridades do PT que hoje comandam tudo, inclusive o processo eleitoral... ou já se esqueceram que o atual presidente do TSE, Min. Dias Toffoli, fez toda sua carreira como advogado oficial do PT, até ser nomeado Ministro do STF em 2009 pelo Lula??
ACORDE BRASIL!!!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

PESQUISAS & PESQUISAS

MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):

È sabido por todos que a fonte maior de receitas dos meios de comunicações é o valor pago pelos Governos referente a peças publicitárias. Portanto, quem paga, escolhe a 'banda e a música'. Ou seja: as pesquisas de intenções de votos, são publicadas segundo os interesses de Governos.
A matéria abaixo, reflete fielmente esta afirmação.








Terceiro boletim do DataNunes desmente o Datafolha, prova que ‘empate técnico’ quer dizer ‘em cima do muro’ e constata que Aécio continua 10 pontos acima de Dilma

logo-datanunes
Até recentemente, o Brasil esquecia a cada 15 anos o que havia acontecido nos 15 anos anteriores.O intervalo entre os surtos de amnésia foi dramaticamente reduzido.

No caso das pesquisas eleitorais, por exemplo, o país agora esquece a cada 15 dias o que aconteceu faz 15 dias. O afundamento do Datafolha e do Ibope consumado em 5 de outubro mal completou duas semanas. Mas parece mais antigo que o naufrágio do Titanic, informa a credulidade de incontáveis nativos reapresentados a levantamentos estatísticos que prenunciam a reprise do desastre.
A pesquisa divulgada pelo Datafolha nesta segunda-feira é apenas outro chute de longa distância que vai mandar a bola às nuvens ou fazê-la roçar o pau de escanteio. Na sopa de algarismos servida pelo instituto na semana passada, Aécio Neves tinha 51% dos votos válidos e Dilma Rousseff, 49%. Nesta tarde, ela apareceu com 52% e ele com 48%. Quer dizer que a candidata à reeleição ultrapassou o adversário tucano e lidera a corrida?
Não necessariamente, previne a margem de erro de 2% (para cima ou para baixo). O que há é um “empate técnico”, expressão que quer dizer “em cima do muro”. Tanto ela quanto ele podem ganhar, descobriram os videntes de acampamento cigano. Em números absolutos, Dilma teria subido em quatro dias 4 milhões de votos. (Ou 2 milhões, murmura a margem de erro para baixo; ou 6 milhões, grita a margem de erro para cima).
Sejam quais forem as reais dimensões da multidão, é gente que não acaba mais. De onde teria saído? Das grutas dos indecisos ou dos porões que abrigam os que pretendem votar em branco é que não foi: segundo o mesmo Datafolha, esse mundaréu de eleitores não aumentou nem encolheu. Teriam legiões de aecistas resolvido mudar de lado? Pode ser que sim, avisa a margem de erro para cima. Pode ser que não, replica a margem de erro para baixo.
A coisa fica mais confusa quando se fecha a lente sobre as cinco regiões em que se divide o mapa nacional. Os dois institutos enxergam Aécio com vantagem considerável no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste. Dilma reina no Nordeste e vence no Norte. Seria esse patrimônio eleitoral suficientemente encorpado para impor-se ao restante do Brasil? Não, adverte a recontagem dos índices e eleitores de cada região. (“Nem que a vaca tussa”, diria a presidente cujo vocabulário anda tão refinado quanto o andar de John Wayne ao fim de um dia de filmagem especialmente exaustivo).
Os horizontes se turvam de vez com a contemplação isolada das unidades da federação. Sempre segundo as usinas de índices contraditórios, Aécio já superou Dilma no Rio Grande do Sul, equilibrou a disputa no Rio, assumiu a liderança em Minas Gerais, cresceu extraordinariamente em Pernambuco. Subiu em praticamente todos os Estados. Mas a soma dos levantamentos estaduais avisa que foi Dilma quem cresceu mais. As alquimias dos ibopes da vida, decididamente, não são acessíveis a cérebros normais.
Para acabar com a lengalenga, e botar ordem no bordel das porcentagens, o DataNunes acaba de divulgar o terceiro boletim sobre o segundo turno. Como se sabe, é o único instituto que, em vez de pesquisas, faz constatações, com margem de erro abaixo de zero e índice de confiança acima de 100%. Como o crescimento de Dilma no Nordeste foi neutralizado pelo avanço de Aécio nas demais regiões, os índices não mudaram: com 55%, o senador do PSDB continua 10 pontos percentuais à frente de Dilma, estacionada em 45%.
A troca de acusações intensificada nos últimos dias nada mudou. Os simpatizantes do PT não ficaram chocados com as agressões verbais de Dilma, nem estranharam o vocabulário de cabaré vagabundo usado por Lula. Sempre foi assim. Os partidários de Aécio, exaustos do bom-mocismo que contribuiu para a derrota de Serra em 2002 e 2010 e para o insucesso de Geraldo Alckmin em 2006, aplaudiram o desempenho do líder oposicionista.
Graças à altivez e à bravura de Aécio, pela primeira vez os vilões do faroeste não conseguiram roubar até a estrela do xerife. Pior: desafiados publicamente, os campeões da insolência piscaram primeiro. No debate da Record, Dilma escancarou já na entrada do saloon a decisão de fugir do tiroteio verbal que esquentou o confronto no SBT. Compreensivelmente, Aécio resolveu levar a mão ao coldre com menos frequência. Mas os fatos e a sensatez recomendam que se mantenha na ofensiva.
Foi depois do debate na Globo, o último promovido no primeiro turno, que um Aécio Neves exemplarmente combativo assumiu de vez o papel de porta-voz dos muitos milhões de indignados. A tática do coitadismo, adotada por Dilma por ordem de Lula, é mais uma prova de que a seita lulopetista está com medo. Teme que o adversário utilize toda a munição de que dispõe e faça com Dilma o que Dilma fez com Marina Silva. O clube dos cafajestes sonha com um líder oposicionista desarmado.
Sobretudo por isso, Aécio Neves tem o dever de manter engatilhado o trabuco retórico. Ele representa hoje o Brasil que resiste há 12 anos a um bando para o qual os fins justificam os meios. No domingo, o país não vai simplesmente optar entre um homem e uma mulher. A nação escolherá entre a decência e o crime, a honradez e a corrupção, o Estado de Direito e o autoritarismo bolivariano, os democratas e os liberticidas, a luz e a treva, a modernidade e a velharia.
Mais que o segundo turno da eleição presidencial, vem aí um plebiscito: o PT continua ou para? Segue colecionando delinquências impunes ou cai fora? A primeira alternativa mantém o país enfurnado na trilha do atraso. A segunda pavimenta a estrada que leva para longe do primitivismo e conduz ao mundo civilizado.
FONTE: Augusto Nunes/VEJA.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

O SILÊNCIO DE LULA





MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):

Estamos publicando a matéria abaixo, para a reflexão dos amigos.










Na história republicana brasileira, não houve político mais
influente do que Luiz Inácio Lula da Silva. Sua exitosa carreira percorreu o
regime militar, passando da distensão à abertura. Esteve presente na Campanha
das Diretas. Negou apoio a Tancredo Neves, que sepultou o regime militar, e
participou, desde 1989, de todas as campanhas presidenciais.
Quando, no futuro, um pesquisador se debruçar sobre a história
política do Brasil dos últimos 40 anos, lá encontrará como participante mais
ativo o ex-presidente Lula. E poderá ter a difícil tarefa de explicar as razões
desta presença, seu significado histórico e de como o país perdeu lideranças
políticas sem conseguir renová-las.
Lula, com seu estilo peculiar de fazer política, por onde passou
deixou um rastro de destruição. No sindicalismo acabou sufocando a emergência de autênticas lideranças. Ou elas se submetiam ao seu comando ou seriam destruídas. E este método foi utilizado contra adversários no mundo sindical e também aos que se submeteram ao seu jugo na Central Única dos Trabalhadores. O objetivo era impedir que florescessem lideranças independentes da sua vontade pessoal. Todos os líderes da CUT acabaram tendo de aceitar seu comando para sobreviver no mundo sindical, receberam prebendas e caminharam para o ocaso.
Hoje não há na CUT — e em nenhuma outra central sindical — sindicalista algum com vida própria.
No Partido dos Trabalhadores — e que para os padrões partidários
brasileiros já tem uma longa existência —, após três decênios, não há nenhum quadro que possa se transformar em referência para os petistas. Todos aqueles que se opuseram ao domínio lulista acabaram tendo de sair do partido ou se sujeitaram a meros estafetas.
Lula humilhou diversas lideranças históricas do PT. Quando iniciou o processo de escolher candidatos sem nenhuma consulta à direção
partidária, os chamados “postes”, transformou o partido em instrumento da sua vontade pessoal, imperial, absolutista. Não era um meio de renovar lideranças.
Não. Era uma estratégia de impedir que outras lideranças pudessem ter vida
própria, o que, para ele, era inadmissível.
Os “postes” foram um fracasso administrativo. Como não lembrar
Fernando Haddad, o “prefeito suvinil”, aquele que descobriu uma nova forma de solucionar os graves problemas de mobilidade urbana: basta pintar o asfalto que tudo estará magicamente resolvido. Sem talento, disposição para o trabalho e conhecimento da função, o prefeito já é um dos piores da história da cidade, rivalizando em impopularidade com o finado Celso Pitta.
Mas o símbolo maior do fracasso dos “postes” é a presidente Dilma Rousseff. Seu quadriênio presidencial está entre os piores da nossa história. Não deixou marca positiva em nenhum setor. Paralisou o país.
Desmoralizou ainda mais a gestão pública com ministros indicados por partidos da base congressual — e aceitos por ela —, muitos deles acusados de graves irregularidades. Não conseguiu dar viabilidade a nenhum programa governamental e desacelerou o crescimento econômico por absoluta incompetência gerencial.
Lula poderia ter reconhecido o erro da indicação de Dilma e lançado à sucessão um novo quadro petista. Mas quem? Qual líder partidário de
destacou nos últimos 12 anos? Qual ministro fez uma administração que pudesse servir de referência? Sem Dilma só havia uma opção: ele próprio. Contudo, impedir a presidente de ser novamente candidata seria admitir que a “sua” escolha tinha sido equivocada. E o oráculo de São Bernardo do Campo não erra.
A pobreza política brasileira deu um protagonismo a Lula que ele nunca mereceu. Importantes líderes políticos optaram pela subserviência ou
discreta colaboração com ele, sem ter a coragem de enfrentá-lo. Seus aliados
receberam generosas compensações. Seus opositores, a maioria deles, buscaram algum tipo de composição, evitando a todo custo o enfrentamento. Desta forma, foram diluindo as contradições e destruindo o mundo da política.
Na campanha presidencial de 2010, com todos os seus equívocos, 44% dos eleitores sufragaram, no segundo turno, o candidato oposicionista.
Havia possibilidade de vencer mas a opção foi pela zona de conforto, trocando o Palácio do Planalto pelo controle de alguns governos estaduais.
Se em 2010 Lula teve um papel central na eleição de Dilma, agora o que assistimos é uma discreta participação, silenciosa, evitando exposição
pública, contato com os jornalistas e — principalmente — associar sua figura à da presidente. Espertamente identificou a possibilidade de uma derrota e não deseja ser responsabilizado Mais ainda: em caso de fracasso, a culpa deve ser atribuída a Dilma e, especialmente, à sua equipe econômica.
Lula já começa a preparar o novo figurino: o do criador que, apesar de todos os esforços, não conseguiu orientar devidamente a criatura, resistente aos seus conselhos. A derrota de Lula será atribuída a Dilma, que,
obedientemente, aceitará a fúria do seu criador. Afinal, se não fosse ele, que
papel ela teria na política brasileira?
O PT caminha para a derrota. Mais ainda: caminha para o ocaso.
Não conseguirá sobreviver sem estar no aparelho de Estado. Foram 12 anos se locupletando. A derrota petista — e, mais ainda, a derrota de Lula — poderá permitir que o país retome seu rumo. E no futuro os historiadores vão ter muito trabalho para explicar um fato sem paralelo na nossa história: como o Brasil se submeteu durante tantos anos à vontade pessoal de Luiz Inácio Lula da Silva.
FONTE: Marco Antonio Villa é historiador, escritor e comentarista no Jornal da Cultura, todas às Segundas-feiras, às nove da noite 

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

ELEIÇOES NO BRASIL

MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
EIS ABAIXO A REPERCUSSÃO DA CORRIDA AO PLANALTO.

Por que o Brasil precisa de mudanças

Os eleitores devem abandonar Dilma Rousseff e eleger Aécio Neves


Em 2010, quando os brasileiros elegeram Dilma Rousseff como presidente, o país parecia finalmente estar à altura de seu enorme potencial. A economia cresceu 7,5% naquele ano, a criação do selo de oito anos de crescimento mais rápido e uma queda acentuada na pobreza sob Luiz Inácio Lula da Silva, mentor político de Dilma Rousseff eo líder do Partido dos Trabalhadores de centro-esquerda (PT).Mas quatro anos depois que a promessa desapareceu. Sob Dilma Rousseff a economia estagnou eo progresso social diminuiu. Sanções-hit Rússia de lado, o Brasil é, de longe, o performer mais fraco do Bric de grandes economias emergentes. Em junho de 2013 mais de um milhão de brasileiros saíram às ruas para protestar contra serviços públicos ruins e corrupção política.
Desde que os protestos nas urnas mostraram que dois terços dos entrevistados quer que o próximo presidente seja diferente. Assim, pode tê-los esperado para fora do relvado Rousseff no primeiro turno das eleições presidenciais do país em 05 de outubro.No evento, ela garantiu 41,6% dos votos e continua a ser o estreito favorito para ganhar a eleição de segundo turno em 26 de outubro. Isso ocorre principalmente porque a maioria dos brasileiros ainda não sentiu o frio econômica em suas vidas diárias, embora breve. E é em parte porque o seu adversário, Aécio Neves do partido de centro-direita da Social Democracia Brasileira (PSDB), que conquistou 33,6%, tem se esforçado para convencer os brasileiros mais pobres que as reformas que ele defende-o que o país precisa-se urgentemente benefício e do que prejudicá-los. Se o Brasil é para evitar mais quatro anos de deriva, é vital que ele consegue fazê-lo.
A campanha derrubou pelo destino
Tarefa do Sr. Neves foi dificultado por uma campanha marcada pela tragédia e derrubou pelo destino, tão dramático como um brasileirotelenovela . Dois meses atrás, o terceiro colocado candidato, Eduardo Campos, morreu em um acidente de avião a caminho de um comício. Sua ex-companheira de chapa e substituição, Marina Silva, subiu para a liderança nas pesquisas. Um ambientalista, Marina Silva é o queridinho dos manifestantes, o símbolo de uma "nova política". Mas atraente apesar de sua falta de uma máquina política pode ter parecido, era uma responsabilidade. Confrontado com ataques às vezes desleais de Dilma Rousseff, Marina Silva oscilou. Não ajudou que ela é uma protestante evangélica em que ainda é um país de maioria católica. No final, a sua parte de 21% dos votos era quase maior do que ela conseguiu em 2010 ao invés de uma "nova política", o segundo turno vai repetir a batalha entre o PT eo PSDB que definiu as eleições presidenciais tudo do Brasil desde 1994 .
Neste concurso, o principal trunfo da Dilma é a gratidão popular para o pleno emprego, salários mais altos e uma embreagem de eficazes programas-não sociais apenas os do Bolsa Família cash-transferências, mas habitação de baixo custo, bolsas de estudo e programas rurais de energia elétrica e de água no pobre Nordeste. Estas são conquistas reais. Mas ao lado deles são maiores, mas menos palpável, falhas, tanto na economia e na política.
A economia mundial conturbada e no final do grande boom de commodities (ver artigo ) prejudicaram o Brasil. Mas tem se saído pior do que os seus vizinhos latino-americanos.Intromissão constante de Dilma nas políticas macroeconômicas e as tentativas de Micromanage o setor privado ter visto investimento cair. Ela tem feito alguns esforços para resolver os problemas estruturais do Brasil: a sua infra-estrutura precária, altos custos do sistema fiscal punitiva, montanhas de burocracia e um código de trabalho rígido copiado de Mussolini.
Em vez disso, ela reviveu estado corporativo do Brasil, servindo-se favores para iniciados, como incentivos fiscais e empréstimos subsidiados de bancos estatais inchadas. Ela prejudicou tanto a Petrobras, a companhia estatal de petróleo, ea indústria de etanol, mantendo pressionado o preço da gasolina para mitigar o impacto inflacionário de sua política fiscal frouxa. Um escândalo de corrupção na Petrobras salienta que é o PT, e não os seus opositores como reivindicações Rousseff, que não se pode confiar com o que antes era uma jóia nacional.
Este estado corporativo de insiders vorazes é simbolizado pela grande coalizão absurdamente de Rousseff, e seu gabinete de 39 membros. Custa brasileiros cerca de 36% do PIB em impostos, muito maior do que em outros países em estágio similar de desenvolvimento. Não admira que o governo tem sido incapaz de encontrar o dinheiro extra para cuidados de saúde e de transporte que os manifestantes exigiram. E o que é pior, Dilma Rousseff, que não tem contato político de Lula, não mostra sinais de ter aprendido com seus erros.
Mais do mesmo não vai mais fazer
Dilma retira força das falhas do Sr. Neves como candidato. Insinuação infundada da esquerda que iria machado Bolsa Família foi preso porque ele é um membro da política estabelecimento-avô do Brasil morreu na véspera de se tornar presidente, em 1985, e ele carrega um sopro da velha política: como governador de Minas Gerais, ele foi encontrado por ter gasto dinheiro público em uma pista de cidade pequena, que só acontece de ser perto de sua fazenda. Durante os últimos 12 anos Lula, que ainda tem o ouvido dos pobres, tem caricaturado o PSDB como um partido de gatos gordos sem coração.
No entanto, as políticas do Sr. Neves beneficiaria brasileiros pobres, bem como os prósperos. Ele promete colocar o país de volta no caminho do crescimento econômico.Seu registro, ea de seu partido, faz sua reivindicação credível. Nos presidências de Fernando Henrique Cardoso na década de 1990, o PSDB venceu a inflação e lançou as bases para o progresso recente do Brasil; e em dois mandatos como governador, o Sr. Neves transformou Minas Gerais, segundo mais populoso estado do Brasil, a partir de uma cesta-caso financeiro em um exemplo de boa administração com algumas das melhores escolas do país. Ele fez isso em grande parte, cortando a burocracia. Ele tem uma equipe impressionante de conselheiros liderados por Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, que é respeitado por investidores. Bem como um retorno à políticas macroeconómicas sólidas, a promessa da equipe para reduzir o número de ministérios, tornar o Congresso mais responsáveis ​​perante os eleitores, simplificar o sistema fiscal e aumentar o investimento privado em infra-estrutura.
Sr. Neves merece ganhar. Ele lutou uma campanha tenaz e provou que ele pode fazer suas políticas econômicas trabalho. A maior ameaça para os programas sociais é a má gestão da economia do PT. Com sorte o aval de Marina Silva, ex-petista nascido na pobreza, deve reforçar o seu caso. O Brasil precisa de crescimento e melhor governo.Sr. Neves é mais provável para entregar estes do que Dilma Rousseff é.

FONTE THE ECONOMIST

domingo, 12 de outubro de 2014

RELAX DOMINICAL

MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):

Mexendo com sensibilidades....